Coceira e falta de ar perto de gatos? Entenda a alergia e como conviver melhor

Saiba o que causa a alergia aos felinos e as medidas para reduzir os sintomas sem afastar seu pet

No Dia Mundial dos Gatos, celebrado em 17 de fevereiro, o tema da alergia aos felinos ganha destaque, especialmente para quem sente coceira, espirros e falta de ar ao se aproximar desses animais. Diferente do que muitos pensam, a alergia não é causada pelo pelo do gato, mas pela proteína Fel d 1, presente na saliva, urina e glândulas sebáceas do animal. Essa proteína se espalha pelo corpo do gato quando ele se lambe e, após secar, as partículas ficam suspensas no ar ou depositadas em superfícies como sofás, cortinas e roupas.

A bióloga Julinha Lazaretti, cofundadora da Alergoshop, explica que o pelo funciona apenas como um vetor para a proteína Fel d 1, que é microscópica e altamente dispersível. Essa proteína entra em contato com as vias respiratórias e a pele das pessoas sensibilizadas, causando sintomas que variam de espirros, congestão nasal e falta de ar a coceira, vermelhidão e irritação ocular. A intensidade depende do grau de sensibilização e do tempo de exposição.

É importante destacar que o diagnóstico médico é fundamental para diferenciar a alergia de outras condições respiratórias ou dermatológicas. Além disso, o afastamento do gato não é a única solução para quem tem alergia. Em casos leves a moderados, é possível manejar a situação com cuidados específicos para reduzir a carga alergênica no ambiente e manter a saúde da pele do pet.

A pele do gato funciona como uma barreira fisiológica. Quando está ressecada ou sensibilizada, libera mais resíduos no ambiente, aumentando a dispersão da Fel d 1. Por outro lado, uma pele saudável e hidratada ajuda a diminuir essa liberação. Atualmente, existem formulações dermatológicas seguras para gatos que restauram a barreira cutânea, retêm água e reduzem a descamação. Ingredientes como ceramidas e ativos vegetais calmantes auxiliam no controle da irritação e desconforto.

Além disso, a higienização do gato com agentes de limpeza suaves é essencial para preservar o equilíbrio da pele e evitar o ressecamento que pode agravar a alergia. A regularidade desses cuidados, combinada com a escolha adequada dos produtos, traz resultados progressivos.

Mesmo com esses cuidados, o acompanhamento médico é indispensável para avaliar a gravidade da alergia, orientar o tratamento e definir limites seguros para o convívio com o pet. Em casos de hipersensibilidade mais intensa, podem ser necessárias restrições específicas.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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