22,8% dos usuários de antidepressivos também tratam doenças crônicas, revela estudo Funcional
Levantamento aponta complexidade no cuidado integrado entre saúde mental e condições crônicas
Um levantamento recente da Funcional, empresa pioneira em programas de acesso e adesão a medicamentos no Brasil, revelou dados importantes sobre o uso simultâneo de antidepressivos e medicamentos para doenças crônicas. Segundo a análise, 22,8% dos usuários de antidepressivos também fazem tratamento para condições como hipertensão, diabetes e colesterol elevado.
O estudo, realizado entre dezembro de 2024 e novembro de 2025, analisou o comportamento de titulares e dependentes do Benefício Farmácia da Funcional. Entre os usuários de antidepressivos, 35,7% utilizam duas ou mais classes terapêuticas, o que indica uma maior complexidade no cuidado e reforça a necessidade de um acompanhamento estruturado e contínuo.
Os dados mostram que 14% dos usuários de antidepressivos também fazem uso de hipoglicemiantes, 10,4% utilizam anti-hipertensivos e 9,1% medicamentos para controle do colesterol. Esses percentuais não são excludentes, evidenciando a coexistência de múltiplas condições de saúde que exigem uma abordagem integrada para garantir o bem-estar do paciente.
Além disso, a pesquisa reforça o debate sobre a saúde mental no ambiente corporativo. Juliana Camargo, diretora de Gente & Cultura da Funcional, destaca que “colaboradores em tratamento para depressão frequentemente lidam com outras condições crônicas, o que reforça a importância de benefícios bem estruturados, consumo consciente de medicamentos e decisões baseadas em dados para garantir cuidado contínuo e reduzir impactos no afastamento e na gestão de pessoas”.
O levantamento da Funcional também está alinhado ao cenário nacional. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, 10,2% dos adultos brasileiros já receberam diagnóstico médico de depressão, percentual que aumentou em relação a 2013. No âmbito do INSS, o número de afastamentos por ansiedade e depressão cresceu 15% em 2025, totalizando 546 mil trabalhadores afastados.
Esses dados evidenciam que o cuidado com a saúde mental vai além do aspecto emocional, envolvendo acesso, organização e acompanhamento do tratamento ao longo do tempo. Criar uma cultura de cuidado estruturado é fundamental para promover o bem-estar, a qualidade de vida e relações de trabalho mais saudáveis.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da Funcional.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



