Praias próprias para banho: ranking das mais buscadas pelos brasileiros em 2025
Conheça as praias que mais geram dúvidas sobre qualidade da água e segurança para banhistas
Com a chegada do verão, cresce a preocupação dos brasileiros em relação à qualidade das águas das praias que frequentam. Segundo levantamento da Descarbonize Soluções, empresa especializada em energia solar e sustentabilidade, as buscas online sobre “praias impróprias para banho” aumentaram 243% no último ano. Esse dado reflete a necessidade de informações confiáveis para garantir a segurança dos banhistas.
O ranking das praias que mais geram dúvidas sobre a balneabilidade destaca o litoral do Rio de Janeiro, que concentra seis das dez praias mais pesquisadas, incluindo o top 3. A Praia do Flamengo ocupa a primeira posição, apresentando um cenário heterogêneo: possui dois trechos monitorados, sendo um próprio e outro impróprio para banho, conforme dados do Instituto Estadual do Ambiente (INEA). Logo depois aparecem Botafogo, classificada como imprópria, e Icaraí, em Niterói, com três das quatro regiões avaliadas como inadequadas. Além do Rio, o ranking inclui praias de Alagoas, Fortaleza, Florianópolis e São Paulo, mostrando que a preocupação é nacional.
A qualidade da água é monitorada semanalmente pelo INEA em 291 pontos distribuídos em 197 praias do estado do Rio de Janeiro. A classificação das praias segue a resolução 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), que determina que praias são consideradas impróprias quando a concentração de bactérias fecais ultrapassa os limites permitidos em análises consecutivas. A presença dessas bactérias está associada ao despejo de esgoto doméstico sem tratamento e outros resíduos urbanos, que podem causar infecções gastrointestinais, dermatológicas e respiratórias.
Além da contaminação bacteriana, outros fatores podem tornar uma praia imprópria para banho, como derramamentos de óleo, maré vermelha, floração de algas tóxicas e surtos de doenças transmitidas pela água. O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA) recomenda evitar o banho de mar nas primeiras 24 horas após chuvas intensas, especialmente próximo a saídas de canais pluviais.
Outro ponto importante é a questão do lixo nas praias. O Brasil despeja cerca de 1,3 milhão de toneladas de plástico nos oceanos anualmente, segundo o relatório “Fragmentos da Destruição” da Oceana. Esse volume coloca o país como o maior poluidor marinho da América Latina. O descarte incorreto de resíduos compromete a qualidade da água, afeta a saúde pública e desequilibra o ecossistema, além de afastar turistas e impactar a economia local, conforme destaca Milena Andrade, gerente de marketing da Descarbonize Soluções.
A pesquisa da Descarbonize Soluções foi realizada com base em buscas no Google entre novembro de 2024 e dezembro de 2025, analisando termos relacionados a “praia limpa”, “praia imprópria para banho” e “praia própria para banho”. O levantamento reforça a importância de consultar informações atualizadas antes de escolher um destino para aproveitar o mar com segurança.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da Descarbonize Soluções. Para mais informações, acesse o site oficial da empresa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



