Sete dicas essenciais para estruturar ações de voluntariado nas empresas em 2026
Saiba como fortalecer programas de voluntariado corporativo alinhados à Agenda 2030 e ao desenvolvimento sustentável
O Ano Internacional do Voluntariado para o Desenvolvimento Sustentável, declarado pela ONU em 2026, coloca o voluntariado no centro da agenda global, reconhecendo seu papel fundamental no desenvolvimento social, econômico e ambiental. Para as empresas, esse marco amplia a responsabilidade de estruturar, mensurar e fortalecer suas ações voluntárias, integrando-as às estratégias de impacto e cultura organizacional.
Com 25 anos de atuação em voluntariado empresarial, o V2V reuniu sete dicas práticas para apoiar organizações que desejam consolidar programas mais estratégicos e eficazes. A seguir, confira as orientações essenciais para estruturar ações de voluntariado nas empresas neste ano:
1. Reconheça o voluntariado existente
Antes de criar novas iniciativas, valorize as ações voluntárias que já acontecem dentro e fora da empresa. Colaboradores que mentoram, apoiam comunidades ou compartilham conhecimento devem ser reconhecidos, pois visibilizar esses exemplos inspira mais pessoas a se engajarem.
2. Ofereça múltiplas formas de participação
Nem todos podem participar presencialmente. Modelos digitais, voluntariado por competências, ações pontuais ou contínuas ampliam o acesso e tornam o voluntariado mais inclusivo, refletindo a diversidade das equipes.
3. Crie ambientes seguros e inclusivos
Acessibilidade e inclusão são fundamentais para ampliar o engajamento. Ambientes que respeitam diferentes perfis e fases da vida potencializam tanto a participação quanto a qualidade do impacto social gerado.
4. Conecte o voluntariado às necessidades reais das comunidades
Projetos alinhados às demandas locais geram impactos mais profundos e vínculos duradouros entre empresa, voluntários e comunidades. Empresas com capilaridade podem formar comitês e empoderar lideranças voluntárias para atuar localmente.
5. Use a tecnologia para ampliar o alcance
Plataformas e processos tecnológicos são essenciais para escalar iniciativas, conectar pessoas e dar visibilidade às ações. O V2V desenvolve soluções específicas para a gestão e fortalecimento de programas de voluntariado empresarial.
6. Meça e conte as histórias do voluntariado
Indicadores demonstram o impacto, enquanto narrativas contextualizam os resultados. Medir e comunicar o voluntariado fortalece estratégias de impacto e engajamento a longo prazo.
7. Integre o voluntariado à estratégia da empresa
Voluntariado não deve ser uma ação pontual, mas parte da cultura e da estratégia organizacional. Programas alinhados ao negócio geram benefícios consistentes para comunidades, colaboradores e a própria empresa.
Segundo Bruno Ayres, fundador do V2V, “Quando o voluntariado é tratado de forma estruturada, ele deixa de ser uma ação pontual e passa a atuar como um instrumento de desenvolvimento, com impacto real para comunidades, organizações e políticas públicas.” Essas orientações refletem o chamado global para que empresas e instituições assumam um papel ativo no fortalecimento do voluntariado em 2026.
Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



