Carnaval Seguro: 5 Dicas Essenciais para Prevenir o HIV Durante a Folia
Saiba como a prevenção combinada pode garantir um Carnaval protegido e sem preocupações
Com a maior festa popular do Brasil se aproximando, a atenção à saúde sexual torna-se indispensável para garantir um Carnaval seguro e sem imprevistos. Segundo dados da assessoria de imprensa, a prevenção combinada ao HIV é a estratégia mais eficaz para proteger os foliões durante a folia. Essa abordagem une diferentes métodos, permitindo que cada pessoa escolha o que melhor se adapta à sua rotina e necessidades.
O infectologista Jucival Fernandes, gerente médico da GSK/ViiV Healthcare, destaca que “o Carnaval é um período de alta interação social, e a saúde preventiva não pode ser negligenciada. O objetivo é que a informação chegue de forma clara, permitindo que a proteção seja uma escolha ativa e consciente, e não uma barreira para a diversão”.
Confira as cinco dicas essenciais para um Carnaval mais seguro:
1. Conheça as opções de prevenção
A Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) é um método que utiliza antirretrovirais antes da exposição ao vírus para reduzir o risco de infecção pelo HIV. Indicada para pessoas sem HIV, mas com maior risco, a PrEP pode ser usada de forma contínua (diária) ou sob demanda (doses específicas antes e depois da relação sexual). Além disso, a PrEP injetável surge como uma nova alternativa.
2. Respeite o cronograma de início da PrEP
A proteção oferecida pela PrEP não é imediata. É fundamental iniciar o uso com antecedência e seguir o acompanhamento médico para garantir níveis adequados do medicamento no organismo. “A proteção precisa estar estabelecida antes do contato de risco”, reforça o Dr. Jucival Fernandes.
3. Combine métodos para maior proteção
A PrEP previne apenas o HIV, não protegendo contra outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) como sífilis, clamídia ou hepatites. A vacinação contra ISTs virais (HPV, hepatite A e B) é essencial, assim como o uso do preservativo, que continua sendo um aliado vital, especialmente em ambientes festivos.
4. Saiba o que fazer em emergências: a PEP
Se ocorrer uma situação de risco, como rompimento do preservativo, a Profilaxia Pós-Exposição (PEP) deve ser iniciada em até 72 horas, preferencialmente nas primeiras duas horas após o contato. O tratamento dura 28 dias e está disponível em unidades de pronto atendimento e serviços especializados.
5. Realize testagem e pratique o autoconhecimento
Antes de cair na folia, fazer testes para HIV e outras ISTs é um passo fundamental para o autocuidado. Conhecer o status sorológico permite um planejamento de saúde mais responsável para si e para os parceiros. Muitas cidades oferecem Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) e unidades móveis durante o Carnaval para facilitar o acesso.
A informação é a melhor ferramenta para que o folião retome o controle sobre sua saúde sexual com liberdade e segurança. Seguir essas orientações contribui para um Carnaval mais consciente e protegido, sem abrir mão da diversão.
Este conteúdo foi elaborado com base em dados fornecidos pela assessoria de imprensa e orientações oficiais do Ministério da Saúde. Para dúvidas específicas, consulte sempre um profissional de saúde.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



