Rejuvenescimento facial: como músculos e pele atuam juntos para uma aparência mais firme
Estudos revelam que tratar apenas a pele não basta; a musculatura facial também precisa de estímulo para combater o envelhecimento
O rejuvenescimento facial vai muito além do cuidado com a pele. Estudos recentes indicam que os músculos do rosto desempenham papel fundamental na sustentação, contornos e harmonia da aparência, e seu envelhecimento contribui para a flacidez e alterações no formato facial. Segundo pesquisa publicada no Journal of Cosmetic Dermatology, os músculos faciais sofrem perda progressiva de tônus, força e volume, fenômeno semelhante à sarcopenia, que afeta outros músculos do corpo com o avanço da idade.
Esse processo de atrofia muscular está associado ao “derretimento” da face, quando os tecidos perdem sustentação e os sulcos se tornam mais evidentes. Por isso, protocolos modernos de rejuvenescimento facial incorporam tecnologias não invasivas que atuam tanto na musculatura quanto nas camadas profundas da pele.
A dermatologista Daniela Aidar explica que “hoje sabemos que tratar apenas a superfície não é suficiente. A musculatura facial também envelhece e influencia diretamente na sustentação da face”. Entre as técnicas utilizadas estão a estimulação muscular dinâmica, radiofrequência e microperfuração controlada, que juntas promovem tonificação muscular e estimulam a produção de colágeno e elastina. O objetivo é melhorar progressivamente o contorno facial, a firmeza e a textura da pele, sem cortes ou longos períodos de recuperação.
Um exemplo dessas tecnologias é o TriLift, que combina estimulação muscular dinâmica, radiofrequência e microagulhamento robótico com profundidade controlada. Segundo a médica, “o tratamento atua diretamente nos músculos faciais e nas camadas profundas da pele, promovendo tonificação muscular, estímulo à produção de colágeno e melhora da textura da pele, contribuindo para efeito de melhora da sustentação facial, sem necessidade de cirurgia”.
No envelhecimento, os músculos da região inferior da face perdem tonicidade, o que favorece a queda das bochechas, formação de papada e alteração do contorno mandibular. Já os músculos do terço superior também sofrem perda de tônus, causando queda do olhar e piora das bolsas nas pálpebras inferiores. A proposta do tratamento é estimular ativamente os músculos elevadores da face, promovendo abertura do olhar, reposicionamento das bochechas e melhora do contorno facial.
As sessões são rápidas, durando entre 20 e 30 minutos, e permitem que o paciente retome suas atividades normalmente após o procedimento. O pós-tratamento é simples, com cuidados focados no uso adequado de protetor solar, hidratação da pele e acompanhamento profissional. A dermatologista reforça que, apesar da segurança do procedimento, a orientação médica é fundamental para minimizar riscos e garantir resultados consistentes.
Além do tratamento, a especialista destaca a importância de hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, hidratação adequada, uso diário de protetor solar e uma rotina consistente de cuidados com a pele para potencializar os efeitos e garantir resultados naturais e duradouros.
Este conteúdo foi elaborado com base em informações fornecidas pela assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



