Diagnóstico precoce do câncer: como informação e exames podem salvar vidas

Entenda a importância de reconhecer sinais e realizar exames para aumentar as chances de cura

O câncer ainda é um tema cercado de medos e estigmas, mas a ciência reforça que o conhecimento é uma das principais armas para combater a doença. Segundo dados da assessoria de imprensa do Instituto de Oncologia de Sorocaba (IOS), o diagnóstico precoce, aliado à realização de exames de rastreamento no momento adequado, pode ser decisivo para o sucesso do tratamento e a sobrevivência do paciente.

Quando o câncer é identificado em estágios iniciais, as taxas de sobrevida podem ultrapassar 90%, como ocorre nos tumores de mama e próstata. Além disso, o tratamento tende a ser menos agressivo, proporcionando melhor qualidade de vida. O oncologista Luis Antônio Pires, diretor técnico do IOS, destaca que “muitas vidas podem ser salvas se as pessoas souberem quais exames de rastreamento devem fazer, a partir de que idade, e a quais sinais do corpo devem estar atentas”. Ele ainda ressalta que a detecção precoce pode reduzir em até três vezes o custo do tratamento.

Para as mulheres, a mamografia é o principal exame para detectar o câncer de mama precocemente. O Ministério da Saúde, em diretriz de 2025, garante o acesso sob demanda para mulheres a partir dos 40 anos, em decisão conjunta com o médico. Entre 50 e 74 anos, o rastreamento deve ser feito a cada dois anos, faixa etária que concentra quase 60% dos casos. O exame papanicolau, essencial para o câncer de colo do útero, deve começar aos 25 anos ou com o início da vida sexual, realizado anualmente nos dois primeiros exames e, se normais, a cada três anos.

Já para os homens, a atenção é voltada principalmente para os cânceres de próstata e colorretal. Embora o Ministério da Saúde não recomende o rastreamento populacional para câncer de próstata, sociedades médicas defendem que a decisão seja individualizada, especialmente para homens a partir dos 45 ou 50 anos e com fatores de risco. O rastreamento para câncer colorretal, por sua vez, deve começar aos 45 anos com colonoscopia.

Outros tipos de câncer também exigem atenção aos sinais clínicos e avaliação médica. O câncer de pele, por exemplo, pode ser detectado por autoexame e avaliação dermatológica. Já para cânceres de estômago, pâncreas, tireoide, fígado, rim, bexiga, leucemias e linfomas, a indicação de exames varia conforme fatores de risco e sintomas apresentados.

O estilo de vida é outro fator crucial na prevenção. O tabagismo é o principal fator evitável, responsável por mais de dois terços das mortes por câncer de pulmão no mundo. Obesidade e sedentarismo também estão associados a diversos tipos de câncer. “Pacientes com histórico de tabagismo, sobrepeso e dieta pobre em nutrientes chegam com quadros mais complexos. Mudar esses hábitos é a prevenção primária mais eficaz que existe”, afirma o oncologista.

Sintomas como perda de peso inexplicável, fadiga intensa, dor persistente, febre recorrente, alterações na pele, sangramentos incomuns, nódulos, mudanças no hábito intestinal ou urinário, dificuldade para engolir e tosse ou rouquidão por mais de três semanas devem ser investigados. O especialista reforça: “Conheça seu corpo, faça os exames recomendados e não hesite em procurar um médico ao notar qualquer alteração persistente. O diagnóstico precoce está em suas mãos”.

O Instituto de Oncologia de Sorocaba, referência há 30 anos em tratamentos oncológicos, conta com equipe multidisciplinar e estrutura completa para atendimento humanizado, além de possuir acreditação internacional de qualidade desde 2021. Essas informações reforçam a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acompanhamento médico para o enfrentamento do câncer.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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