Bolsa Fulbright oferece formação internacional gratuita para professores de inglês da rede pública em 2026

Programa oficial dos EUA seleciona docentes para curso de cinco meses com todas as despesas cobertas

Professores da rede pública brasileira que atuam no ensino de língua inglesa têm uma oportunidade única de qualificação internacional em 2026. O Programa Fulbright DAI (Distinguished Awards in Teaching), uma iniciativa oficial do governo dos Estados Unidos, oferece bolsas integrais para formação acadêmica nos EUA, com duração aproximada de cinco meses e cobertura total dos custos.

Promovido pela Comissão Fulbright Brasil em parceria com o Departamento de Estado dos EUA, o programa integra uma política internacional de fortalecimento da educação pública e da formação docente. No Brasil, a iniciativa é articulada com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e as Secretarias Estaduais de Educação.

A bolsa cobre passagens aéreas, hospedagem, seguro-saúde, taxas acadêmicas e um auxílio financeiro durante toda a permanência nos Estados Unidos. Os professores selecionados participam de cursos em universidades norte-americanas, acompanham práticas educacionais em escolas locais e desenvolvem projetos pedagógicos que serão aplicados posteriormente no Brasil. A formação está prevista para o segundo semestre de 2026.

Segundo Dr. Vinícius Bicalho, advogado licenciado nos EUA e professor de pós-graduação, “trata-se de um dos programas educacionais mais respeitados do mundo, com respaldo direto do governo dos Estados Unidos e foco na formação de lideranças educacionais”.

O programa não aceita candidaturas individuais. A participação depende da adesão formal das Secretarias Estaduais de Educação, que devem manifestar interesse até 10 de fevereiro de 2026. Após essa etapa, os professores poderão ser indicados para o processo seletivo nacional, conforme cronograma de cada estado. Entre os estados já participantes estão São Paulo, Rio de Janeiro, Tocantins, Ceará, Pará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Sergipe, Alagoas e Roraima.

Esse modelo institucional garante transparência, equidade regional e segurança para o professor, que participa com respaldo do seu estado e mantém vínculo com a rede pública.

Experiências internacionais de formação docente são adotadas por diversos países para melhorar indicadores educacionais. Estudos da OCDE indicam que professores com vivência acadêmica no exterior tendem a adotar metodologias mais colaborativas, inovadoras e centradas no aluno. No Brasil, programas semelhantes já mostraram avanços no uso de tecnologias educacionais e na qualidade do ensino de inglês, especialmente em regiões com maior desigualdade de acesso à formação continuada.

Além do impacto pedagógico, essa experiência amplia o repertório cultural e profissional do professor, fortalece o currículo e cria conexões internacionais duradouras, destaca Dr. Vinícius Bicalho.

Após a adesão das Secretarias Estaduais, cada estado definirá seus prazos internos para seleção e indicação dos professores à etapa nacional. Educadores interessados devem procurar suas secretarias ou coordenações pedagógicas ainda em fevereiro para acompanhar a divulgação oficial dos critérios e calendários.

“É uma oportunidade legítima, estruturada e extremamente valorizada. Vale a pena que os professores se apressem e se preparem”, conclui o advogado.

Este conteúdo foi elaborado com base em informações da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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