Câncer de pele representa 30% dos casos no Brasil: saiba como se proteger

No Dia Mundial do Câncer, entenda os tipos, riscos e medidas essenciais para prevenção da doença

No Brasil, o câncer de pele representa aproximadamente 30% de todos os diagnósticos oncológicos, totalizando mais de 220 mil novos casos por ano, segundo dados do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Em alusão ao Dia Mundial do Câncer, celebrado em 4 de fevereiro, especialistas reforçam a importância da conscientização e da prevenção para reduzir o impacto da doença.

O dermatologista Dr. Lourenço Azevedo destaca que o câncer de pele no país se manifesta principalmente em três tipos: carcinoma basocelular (CBC), carcinoma espinocelular (CEC) e melanoma. O CBC é o mais comum e costuma surgir em áreas muito expostas ao sol, como rosto, orelhas e pescoço. “Trata-se de um câncer que geralmente cresce devagar e tem baixo potencial de metástase, mas pode causar grandes deformidades locais caso não seja tratado a tempo. Muitas vezes aparece como uma ‘feridinha que não cicatriza’, uma pápula brilhante ou rosada”, explica o médico.

Já o carcinoma espinocelular apresenta maior risco de invadir tecidos profundos e, em alguns casos, se espalhar para linfonodos. Lesões endurecidas, avermelhadas, com crosta ou que sangram com facilidade merecem atenção redobrada. O melanoma, por sua vez, é o tumor mais grave da pele e responde pela maior parte das mortes relacionadas à doença. Ele pode surgir como um novo sinal ou pela alteração de uma pinta já existente, apresentando sinais como assimetria, bordas irregulares, mudança de cor, diâmetro maior que 6 mm e evolução rápida.

A principal causa do câncer de pele é a exposição excessiva aos raios ultravioleta do sol. Por isso, o uso diário de protetor solar, a reaplicação ao longo do dia, o uso de barreiras físicas como chapéus e roupas com proteção ultravioleta, além da evitação da exposição solar entre 10h e 16h, são medidas essenciais para a prevenção. Esses cuidados são especialmente importantes em períodos de maior exposição ao sol, como durante visitas a praias, uso de piscinas e prática de esportes ao ar livre.

Além da exposição solar, outros fatores aumentam o risco, como histórico familiar de melanoma, pele clara, olhos claros, cabelos ruivos ou loiros, tendência a queimaduras solares e presença de muitas pintas ou nevos atípicos. O médico reforça a importância da consulta dermatológica regular, pois muitos cânceres de pele passam despercebidos nos estágios iniciais, quando as chances de cura são maiores. O exame de corpo inteiro, a dermatoscopia e o acompanhamento personalizado são fundamentais para o diagnóstico precoce.

“O diagnóstico atrasado pode transformar um procedimento pequeno em uma abordagem mais complexa. A prevenção é sempre mais simples, mais segura e menos custosa do que o tratamento de uma doença avançada”, alerta Dr. Lourenço Azevedo. A recomendação é que a população em geral visite o dermatologista anualmente, enquanto pessoas com maior risco devem realizar consultas a cada seis meses.

Este conteúdo foi elaborado com base em informações fornecidas pela assessoria de imprensa, reforçando a importância da prevenção e do diagnóstico precoce para o combate ao câncer de pele no Brasil.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

👁️ 62 visualizações
🐦 Twitter 📘 Facebook 💼 LinkedIn
compartilhamentos

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar