Vitamina D: descubra o melhor horário para tomar sol e garantir sua saúde

Nutrólogo explica como a exposição solar correta pode otimizar a absorção da vitamina essencial para o corpo

A vitamina D é um pré-hormônio essencial para a saúde óssea e o funcionamento do sistema imunológico. A principal forma de obtê-la é por meio da exposição ao sol, que estimula a síntese cutânea da substância. No entanto, com a rotina moderna e o tempo cada vez maior em ambientes fechados, muitas pessoas acabam com níveis insuficientes dessa vitamina, o que pode levar a problemas como osteoporose, fraqueza muscular e fadiga.

Segundo o nutrólogo Daniel Magnoni, da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, o melhor horário para tomar sol e garantir a produção adequada de vitamina D é entre 10h e 15h, quando os raios UVB estão no pico. “Pensando no bem-estar e baixa radiação UV, geralmente devemos tomar sol antes das 10h e depois das 16h. Porém para a produção de vitamina D o melhor horário é entre 10h e 15h”, explica o especialista. Ele ressalta que o tempo de exposição varia conforme o tom de pele: peles claras necessitam de 10 a 15 minutos, enquanto peles mais retintas precisam de 30 a 45 minutos, pois a melanina atua como um filtro natural.

Para uma absorção eficaz, o local ideal para a exposição são os braços e as pernas, já que apenas o rosto e as mãos não são suficientes para a síntese adequada da vitamina. O uso do filtro solar deve ser feito somente após o tempo necessário para a produção da vitamina, pois ele bloqueia os raios UVB, essenciais para essa função.

A vitamina D obtida pela exposição solar ou pela dieta é inicialmente inativa e passa por duas transformações no organismo: primeiro no fígado, onde se converte em 25-hidroxivitamina D (forma medida em exames de sangue), e depois nos rins, onde vira calcitriol, a forma biologicamente ativa que regula funções como a saúde óssea e o controle da inflamação.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) define que níveis desejáveis de vitamina D para pessoas saudáveis até 60 anos são acima de 20 ng/mL, enquanto grupos de risco, como idosos e gestantes, devem manter entre 30 e 60 ng/mL. Níveis acima de 100 ng/mL indicam risco de toxicidade, que pode causar hipercalcemia, com sintomas como náuseas e danos renais.

Por fim, o nutrólogo alerta para os perigos da automedicação com altas doses de vitamina D, já que seu excesso pode ser tóxico. “Quando a dieta e o sol não são suficientes, a suplementação é indicada sob orientação médica. A automedicação com altas doses é, portanto, perigosa”, conclui.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, trazendo informações essenciais para quem deseja cuidar da saúde de forma consciente e segura.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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