Privação de sono atinge mais mulheres e eleva risco de doenças crônicas, revela Vigitel 2025

Novo levantamento do Ministério da Saúde destaca impacto da má qualidade do sono na saúde feminina e aponta caminhos para tratamento

Dados inéditos do Vigitel 2025, divulgados pelo Ministério da Saúde, revelam que a privação de sono afeta de forma desproporcional as mulheres brasileiras, ampliando o risco de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). Pela primeira vez, o inquérito nacional incluiu indicadores específicos relacionados ao sono, permitindo uma análise mais aprofundada sobre os fatores que impactam a saúde feminina.

O levantamento ouviu 833.217 pessoas com 18 anos ou mais, residentes nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal, monitorando não apenas o sono, mas também tabagismo, consumo de álcool, excesso de peso, diabetes, obesidade, hipertensão, alimentação, atividade física, entre outros comportamentos de risco. Os dados indicam que as mulheres apresentam pior qualidade de sono em comparação aos homens, influenciadas por fatores como alterações hormonais, sobrecarga de trabalho, saúde mental fragilizada, dupla jornada e maior prevalência de transtornos como ansiedade e insônia.

Esse cenário tem impactos diretos na saúde metabólica, cardiovascular, emocional e cognitiva ao longo da vida das mulheres. A privação de sono compromete a produtividade e a qualidade de vida, evidenciando a necessidade de políticas públicas que considerem essas especificidades. O reconhecimento do sono como um indicador oficial de saúde pública abre caminho para novas abordagens de diagnóstico, prevenção e tratamento.

Entre as soluções destacadas estão as terapias digitais, que ampliam o acesso ao tratamento da insônia por meio de aplicativos com orientação de psicólogos do sono, diários de sono, módulos de mindfulness e monitoramento contínuo. Além disso, a triagem domiciliar com dispositivos como anel oxímetro e eletroencefalograma (EEG) possibilita o diagnóstico de apneia e outros distúrbios do sono, facilitando intervenções personalizadas.

Essas inovações são especialmente importantes em um sistema de saúde que enfrenta desafios relacionados à escala e ao acesso. O avanço no monitoramento e tratamento do sono pode contribuir para a redução dos impactos das doenças crônicas nas mulheres, promovendo uma melhora significativa na saúde pública.

Este conteúdo foi elaborado com base em informações fornecidas pela assessoria de imprensa da SleepUp, empresa brasileira especializada em saúde do sono, que oferece soluções digitais e clínicas para o tratamento de distúrbios do sono.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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