Médicos que escrevem: da prática clínica à literatura de destaque no Brasil

Conheça cinco médicos brasileiros que transformaram suas experiências em obras literárias de referência

A relação entre medicina e literatura no Brasil é marcada por profissionais que, além de cuidarem da saúde, também se dedicam à escrita, transformando vivências clínicas em narrativas envolventes. Segundo dados da assessoria de imprensa, nomes como João Guimarães Rosa, Drauzio Varella, Marco Antonio Fabiani, Jacyr Pasternak e Paulo Niemeyer Filho ilustram como o diálogo entre ciência e sensibilidade segue vivo e relevante.

João Guimarães Rosa, mineiro formado em medicina, é um dos maiores nomes da literatura em língua portuguesa. Autor de obras como “Sagarana” e “Grande Sertão: Veredas”, Rosa inovou ao retratar o sertão brasileiro com linguagem poética e inventiva. “Grande Sertão: Veredas”, publicado em 1956, é considerado um clássico, onde o autor narra, por meio de Riobaldo, temas universais como luta, amor e morte.

Drauzio Varella, oncologista de São Paulo, tornou-se referência ao unir experiência médica e compromisso social em livros como “Estação Carandiru”. Neste relato, Varella compartilha sua vivência como voluntário na Casa de Detenção de São Paulo, trazendo à tona o cotidiano carcerário e questões de saúde pública.

Marco Antonio Fabiani, cardiologista formado pela UEL, também se destaca na literatura. Sua obra “A Memória É Um Pássaro sem Luz” acompanha a trajetória de Izabel Dantas, explorando temas como superação e memória afetiva, sempre com sensibilidade voltada aos dramas cotidianos.

Jacyr Pasternak, aos 85 anos, segue ativo como infectologista no Hospital Albert Einstein e já publicou três romances. Em “Receita Fatal”, seu mais recente livro, o autor mistura suspense, ironia e crítica social ao narrar a investigação de mortes misteriosas em São Paulo, mantendo o olhar humanista e sarcástico característico de sua escrita.

Paulo Niemeyer Filho, neurocirurgião de destaque, dedica-se a tornar o funcionamento do cérebro acessível ao público leigo. Em “No Labirinto do Cérebro”, compartilha experiências clínicas e reflexões sobre neurociência, aproximando ciência e literatura.

Esses médicos-escritores mostram que a escuta, a observação e a experiência médica podem se transformar em literatura de alto nível, enriquecendo o universo cultural brasileiro.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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