Infecções íntimas atingem até 75% das mulheres ao longo da vida, revela levantamento

Saúde íntima feminina ganha destaque com foco em prevenção, equilíbrio da microbiota e autocuidado científico

Dados recentes da assessoria de imprensa destacam que até 75% das mulheres terão ao menos um episódio de infecção ginecológica ao longo da vida, incluindo quadros como candidíase e vaginose bacteriana. O tema, cada vez mais presente no debate sobre saúde feminina, evidencia a importância da prevenção e do autocuidado, especialmente diante da alta incidência dessas condições no Brasil.

A saúde íntima feminina passa por uma transformação significativa, impulsionada pelo entendimento de que fatores cotidianos, como estresse, uso frequente de antibióticos, alterações hormonais e hábitos de vida, afetam diretamente a microbiota vaginal. Esse ecossistema é essencial para manter o pH equilibrado e proteger contra infecções. Quando ocorre um desequilíbrio, aumentam as queixas de infecções gênito-vaginais, corrimentos e desconfortos, comuns em mulheres de diferentes faixas etárias.

Segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), cerca de 75% das mulheres terão candidíase ou outra infecção ginecológica ao longo da vida. No Brasil, uma pesquisa aponta que 59% das mulheres já tiveram vaginose bacteriana ou candidíase pelo menos uma vez, reforçando a relevância do tema no cotidiano feminino. A vaginose bacteriana, frequentemente associada ao desequilíbrio da microbiota vaginal, apresenta prevalência entre 25% e mais de um terço das mulheres em diferentes estudos populacionais.

Diante desse cenário, cresce o interesse por soluções preventivas baseadas em ciência, que atuam de dentro para fora no equilíbrio da microbiota vaginal. Suplementos que combinam probióticos, prebióticos e nutrientes específicos vêm ganhando espaço como aliados na manutenção da saúde íntima, principalmente em períodos de maior vulnerabilidade, como uso de antibióticos, estresse elevado ou alterações hormonais.

Especialistas destacam que o cuidado contínuo com a microbiota vaginal contribui não apenas para a prevenção de infecções recorrentes, mas também para o conforto, qualidade de vida e bem-estar geral. O movimento reflete uma mudança no comportamento das consumidoras, que buscam cada vez mais soluções baseadas em evidências científicas para o autocuidado.

A tendência aponta para um futuro em que a saúde íntima será tratada com a mesma naturalidade que outros pilares do autocuidado, como sono e alimentação, com soluções inovadoras e fundamentadas em ciência integrando a rotina das mulheres.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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