Inteligência artificial transforma prevenção de perdas no varejo brasileiro
Soluções integradas unem segurança, operação e experiência do cliente para enfrentar prejuízos bilionários
O avanço das perdas no varejo brasileiro tem levado grandes redes a repensarem suas estratégias de segurança e operação. Dados da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (ABRAPPE) apontam que o setor acumulou R$ 36,5 bilhões em perdas em 2024, representando 1,51% do faturamento anual. Deste total, 84% estão ligados a furtos internos e externos, quebras operacionais e erros de inventário. O impacto direto sobre margens e eficiência acelerou a adoção de tecnologias baseadas em inteligência artificial (IA) e automação, conforme informações da assessoria de imprensa.
Nesse novo cenário, a vigilância deixa de ser apenas reativa e passa a integrar a gestão da loja. Soluções com análise de vídeo, sensores inteligentes e leitura de comportamento em tempo real estão sendo incorporadas para ampliar a visibilidade da operação, antecipar riscos e apoiar decisões no piso de loja, do estoque ao checkout.
Entre as inovações, destaca-se a plataforma VigIA, que reúne vigilância eletrônica, inteligência artificial e automação em um único ambiente. A proposta é conectar segurança, análise e gestão operacional, permitindo ao varejo identificar situações de risco no momento em que surgem. O VigIA atua em frentes críticas: capta ocultações de produtos, monitora áreas restritas, identifica consumo ou violação de itens, controla filas automaticamente e utiliza mapas de calor para analisar fluxo e ajustar layout e escalas. A solução oferece visão completa da operação, permitindo resposta imediata a incidentes e decisões baseadas em dados.
Segundo Igor Facella, Diretor Comercial da Emive Grandes Projetos, “Segurança não é mais um departamento isolado. Ela conversa com estoque, atendimento, escala, fluxo e experiência de compra. O VigIA nasce justamente para conectar esses pontos.” Além da redução de perdas, o uso desse tipo de tecnologia impacta diretamente a experiência do cliente, tornando as jornadas mais fluidas e reduzindo o abandono de carrinhos.
A plataforma já está em operação em clientes, permitindo calibrar algoritmos, entender particularidades de layout e ajustar parâmetros conforme o fluxo e o perfil do consumidor. Por ser baseada em IA, a solução evolui à medida que aprende com os dados, ampliando sua capacidade de análise e prevenção. Para Facella, “A inteligência artificial está deixando de ser tendência e se tornando infraestrutura básica da loja. O varejo que não enxerga sua própria operação em tempo real passa a competir em desvantagem.”
Entre os diferenciais do VigIA estão a plataforma unificada, IA embarcada em tempo real, parametrização total ao formato da loja, reconhecimento de faces e cobertura nacional com suporte dedicado. Essas inovações marcam uma nova fase para o varejo brasileiro, onde tecnologia e experiência do cliente caminham juntas para enfrentar desafios e transformar resultados.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



