Turismo brasileiro em 2025: crescimento e tendências para 2026

Viagens crescem 46% e impulsionam expansão de serviços premium e demandas por infraestrutura

Este texto foi elaborado com dados da assessoria de imprensa e traz um panorama dos resultados do setor turístico no Brasil em 2025, além das projeções para 2026. Os números revelam um cenário de maturidade do mercado e mudanças claras no perfil e nas expectativas dos viajantes.

Em 2025, as viagens no Brasil cresceram 46% em comparação a 2024, segundo a Dragonpass, provedora global de experiências premium em aeroportos. O mercado doméstico apresentou forte predominância, representando 69% do uso da plataforma no país. Em termos de turismo receptivo, o Banco Central do Brasil e o Ministério do Turismo registraram receita de aproximadamente US$ 7,9 bilhões em gastos de visitantes estrangeiros e a chegada de 9,2 milhões de turistas internacionais — o maior número já registrado para o país.

A análise dos dados mostra que os viajantes estão mais planejados e digitais. Reservas e pesquisas antecipadas, uso de ferramentas digitais para acesso a serviços e busca por previsibilidade na jornada se tornaram comportamentos predominantes. Essa transformação elevou a demanda por soluções que otimizem o tempo no aeroporto, como salas VIP, Fast Track e opções de alimentação integradas digitalmente à experiência do passageiro.

Outro ponto relevante foi a descentralização do uso de serviços premium. Além dos grandes hubs, cidades como Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Porto Alegre e Goiânia registraram crescimento significativo na demanda, indicando que os viajantes esperam o mesmo nível de conveniência independentemente do ponto de origem. A expansão chegou também a terminais menores: novos aeroportos implementaram salas VIP em locais como Sinop (MT), Jacarepaguá (RJ) e Ribeirão Preto (SP), demonstrando que esses serviços deixam de ser exclusivos dos grandes centros.

Para 2026, a Dragonpass projeta continuidade do crescimento do turismo no Brasil, impulsionado pela expansão de rotas e frequências aéreas e pela consolidação do comportamento digital dos viajantes. A pressão sobre a infraestrutura aeroportuária deve aumentar, acelerando investimentos em soluções digitais, ampliação de salas VIP e serviços premium que tornem a experiência mais eficiente e previsível.

Em comentário sobre a estratégia da empresa, há a seguinte declaração: “Nosso objetivo é oferecer tecnologia que se integre de forma natural às rotinas de viagem do dia a dia, proporcionando um suporte eficiente, conectado e muitas vezes quase imperceptível aos viajantes, ao mesmo tempo em que melhora continuamente toda a jornada”, comenta Andrew Harrison-Chinn, CMO da Dragonpass.

A Dragonpass, fundada em 2005, oferece hoje acesso a mais de 2.150 experiências em aeroportos e mais de 1.400 salas VIP no mundo. Além das salas, a empresa lista benefícios como reservas de motoristas em cidades selecionadas, serviços Meet and Greet, privilégios em restaurantes, acesso rápido às filas de segurança, tratamentos de spa e mais de 1.000 locais de bem-estar e academias em 50 grandes cidades de mais de 25 países.

O resultado de 2025 e as projeções para 2026 indicam que, além do crescimento quantitativo, o setor enfrenta um redesenho qualitativo — com foco em digitalização, serviços premium espalhados regionalmente e necessidade de investimentos em infraestrutura aeroportuária.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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