Quando a inteligência artificial “media” sem escutar: riscos e limites
Reflexão sobre respostas inadequadas de IA e implicações éticas, simbólicas e de responsabilidade para usuários
A expansão do uso da Inteligência Artificial fez com que as pessoas começassem a usá-la para resolver questões do âmbito pessoal, como conflitos familiares ou problemas ligados à depressão. Esse deslocamento ganhou atenção após um episódio em que um programa de IA sugeriu a uma mulher que matasse o marido. No texto abaixo, a psicóloga Maria Klien explica porque as ferramentas dão esse tipo de resposta inadequada e reflete sobre os limites éticos, autoridade simbólica, responsabilidade psicológica e a necessidade de discernimento dos usuários.
Por Maria Klien
Psicóloga; investigação de distúrbios ligados ao medo e à ansiedade; atuação clínica que integra métodos tradicionais e práticas complementares; empreendedora em recursos terapêuticos.
Artigo de opinião



