Protonterapia 2026: nova tecnologia reduz efeitos colaterais no tratamento do câncer
Centro Mário Kroeff, primeiro da América Latina, chega ao Rio com foco em precisão clínica e pesquisa
Em fevereiro de 2026, durante o mês mundial de conscientização sobre o câncer e às vésperas do Dia Mundial do Câncer (4 de fevereiro), a Fundação Severino Sombra (FUSVE) anunciou a construção do Centro de Protonterapia Mário Kroeff, o primeiro do Brasil e da América Latina. O projeto será instalado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com investimento superior a R$ 400 milhões e ocupará uma área de 15 mil metros quadrados.
A protonterapia é uma modalidade avançada de radioterapia que utiliza prótons para entregar a dose com maior precisão ao tumor, preservando tecidos saudáveis e reduzindo efeitos colaterais. Essa característica amplia opções terapêuticas especialmente em casos pediátricos e em tumores próximos a órgãos vitais. Atualmente, a técnica é mais difundida em países como Alemanha, Itália, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos, Japão e China.
O centro será equipado com o sistema Proteus®ONE, fornecido pela IBA – Ion Beam Applications, parceiro do projeto. O acordo prevê operação e manutenção plurianual, o que garante atualização contínua e alinhamento com avanços mundiais em oncologia radioterápica. A iniciativa também tem vocação científica: além do atendimento clínico de alta precisão, haverá foco em pesquisa avançada, formação especializada e integração em consórcios internacionais de terapia por partículas, com a perspectiva de complementar ações do sistema único de saúde (SUS).
“Este projeto simboliza um passo transformador para o Brasil. Ao trazer ao país uma tecnologia de ponta e estruturar um centro com vocação científica e internacional, reafirmamos nosso compromisso com a inovação, a excelência acadêmica e a ampliação do acesso a tratamentos de alta complexidade”, afirma Gustavo Oliveira do Amaral, presidente da FUSVE.
“O projeto vai gerar não apenas uma nova onda tecnológica no tratamento do câncer no Brasil, mas também servirá como plataforma para impulsionar a região. Além disso, coloca a FUSVE no mesmo nível tecnológico dos grandes centros oncológicos do mundo”, destaca Mauro Ferreira, vice-presidente da IBA para a América Latina.
O físico médico Hélio Salmon, responsável técnico pelo projeto, afirma: “O centro brasileiro será implementado com tecnologia de ponta, não devendo nada aos melhores centros globais.”
A FUSVE, que completa 60 anos em 2026, atua nas áreas de Saúde e Educação, com presença em diversos municípios do estado do Rio de Janeiro. A instituição mantém o Hospital Universitário de Vassouras e o Hospital Mário Kroeff, voltado à oncologia e localizado na Penha, no Rio. Em 2025, a unidade registrou mais de 70 mil procedimentos entre atendimentos clínicos, radioterapias e cirurgias. Atualmente, a FUSVE é a maior prestadora de serviços de oncologia não pública ao SUS no estado do Rio de Janeiro.
Post elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



