Por que áreas verdes viram ativo-chave no mercado imobiliário em 2026

Proximidade à natureza aumenta bem-estar e valor de projetos residenciais — exemplos práticos em Goiás

Áreas verdes deixaram de ser apenas elemento estético para se tornarem diferenciais estratégicos em lançamentos imobiliários. Segundo dados usados nesta matéria, especialistas destacam redução do estresse, estímulo a hábitos saudáveis, conforto térmico (redução de ilhas de calor), melhor ventilação natural e menor necessidade de climatização artificial — com impacto no consumo de energia. Texto baseado em dados da assessoria de imprensa.

Estudos apontam correlação direta entre localização, segurança e presença de verde com o valor dos imóveis. Um estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) revela que a localização pode representar até 70% do valor de imóveis de alto padrão, sendo que segurança e áreas verdes contribuem com 40% dessa fatia. Em 2021, pesquisa do Instituto FipeZap mostrou que, em São Paulo, imóveis próximos a áreas verdes tendem a valorizar em até 20%.

No cenário goiano, embora ainda não exista estudo local que quantifique essa valorização, lançamentos recentes reforçam a tendência de incorporar grandes extensões de vegetação como ativo de vendas. Três exemplos ilustram diferentes estratégias de integração entre moradia e natureza:

– Cidade do Amanhã (Aparecida de Goiânia): projeto de 310 hectares que adota princípios do Novo Urbanismo e o conceito que a incorporadora chama de Naturbanidade. O foco está na convivência entre natureza, urbano e comunidade com parque linear e calçadas arborizadas. Segundo Eduardo Oliveira, engenheiro e sócio da CINQ: “Entendemos que natureza, urbano e comunidade podem coexistir em harmonia. A natureza é parte do projeto, não apenas um adorno. Ela contribui para a saúde física e mental dos moradores, reduz ilhas de calor e melhora a qualidade de vida”. O lançamento está previsto para 2026.

– Aldeia do Vale Pirenópolis: condomínio horizontal com mais de 50% da área dedicada a espaços verdes e permeáveis (50,97%) e 30,95% de matas preservadas. A baixa densidade — 152 terrenos entre 1.200 m² e 2.500 m² — e a adoção de swales (valas para retenção e infiltração de água de chuva, com 8 a 15 metros de largura e plantio de espécies nativas) são destaques do projeto.

– Jardins Montreal (Senador Canedo) e Encontro das Águas (Abadiânia): o primeiro traz 113 mil m² de área verde preservada em 404 mil m² totais e um lago de 4 mil m²; o segundo está banhado pelos rios Corumbá e Capivari e possui 300 mil m² de área verde, combinando reconexão com a natureza e proximidade a eixos de serviços e restaurantes locais.

Além dos ganhos ambientais e de saúde, a presença de áreas verdes é usada como argumento de marketing e venda, sobretudo em empreendimentos que promovem caminhabilidade, espaços públicos de lazer e integração social. Como resume Eduardo Oliveira sobre o objetivo cultural dessas iniciativas: “Nós precisamos desacelerar, sair do mundo digital, entregar um mundo melhor para as crianças poderem brincar em parques criativos e terem mais acesso à cultura”.

Para compradores e investidores, a tendência indica que projetos que valorizam verde e qualidade de vida tendem a ganhar preferência no mercado.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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