Networking em 2026: comunidades empresariais como ferramenta estratégica

Estudo de 2025 relaciona networking estruturado à difusão de conhecimento e ao desempenho de PMEs

Feito com dados da assessoria de imprensa.

O networking empresarial vem se transformando: de encontros informais para plataformas estruturadas que atuam como ferramentas de decisão e desempenho. Um estudo publicado em 2025 no American Journal of Social Sciences and Humanities identificou relação positiva e estatisticamente significativa entre práticas de networking empreendedor, difusão de conhecimento e indicadores de performance em pequenas e médias empresas. Esses resultados reforçam a ideia de que redes bem organizadas funcionam como ativo econômico para negócios em crescimento.

A aprendizagem entre pares e a cooperação organizada aparecem no estudo como vetores para ampliar o acesso à informação e reduzir assimetrias de conhecimento. Na prática, isso significa que empresários que participam de comunidades estruturadas tendem a encontrar dados, referências e soluções que ajudam em decisões estratégicas — seja para expansão, reposicionamento ou melhoria de processos. Essa demanda por troca qualificada tem impulsionado a profissionalização das comunidades empresariais, que passam a operar como plataformas curadas e com foco em resultados.

Modelos como o Clube CDC ilustram essa nova abordagem. O clube atua como ambiente voltado ao desenvolvimento comercial e à conexão entre empresários de diferentes setores, privilegiando encontros recorrentes e curadoria de participantes. Esse formato alinha troca de experiências a temas diretamente ligados ao cotidiano empresarial, tornando as discussões mais práticas e aplicáveis ao dia a dia das empresas.

“O empresário hoje precisa de espaços objetivos, onde seja possível discutir problemas reais e tomar decisões mais bem informadas”, afirma Rodrigo Monteiro, Presidente do CDC. “A proposta é criar um ambiente de troca entre pessoas que estão em momentos decisivos dos seus negócios”, completa. A curadoria de participantes é destacada como elemento central: critérios de seleção e compatibilidade de perfis ajudam a elevar a qualidade das conversas e aumentar a aplicabilidade das soluções compartilhadas.

“Networking só faz sentido quando existe alinhamento de perfil e maturidade empresarial. A curadoria é o que garante que as conversas sejam relevantes e aplicáveis”, diz Jéssica Amorim, sócia do clube. Essa visão explica por que líderes mais experientes e empresas em fases de decisão estratégica estão integrando comunidades empresariais ao repertório de ferramentas de gestão.

Em um cenário de incerteza e pressão por eficiência, plataformas que estruturam a troca entre empresários deixam de ser periféricas. Passam a ser instrumentos para reduzir riscos, acessar oportunidades qualificadas e melhorar o desempenho organizacional. Para empreendedoras e líderes que buscam apoio prático e rede de contatos com propósito, as comunidades empresariais estruturadas surgem como opção pragmática para tomada de decisão e crescimento sustentável.

Este post baseia-se nas informações fornecidas pela assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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