Marketing parado em janeiro: por que custa ao longo de 2026
Manter presença digital em janeiro acelera a recuperação de agendas no primeiro trimestre
Feito com dados da assessoria de imprensa.
Interromper o marketing em janeiro pode ter custo ao longo de todo o primeiro trimestre de 2026. Apesar da percepção de baixa atividade no mês, levantamentos citados pela assessoria mostram que o uso das redes sociais no Brasil se mantém elevado, com mais de 80% dos usuários ativos diariamente, segundo dados do DataReportal. No setor de saúde, esse comportamento se traduz em pesquisas por prevenção, orientações e conteúdo educativo — oportunidades que não devem ser desperdiçadas.
Para o Dr. Éber Feltrim, especialista em gestão de negócios na área da saúde e fundador da SIS Consultoria, o início do ano é estratégico para construir relacionamento. “Janeiro não é um mês de vendas, mas é um mês de posicionamento. A empresa que continua presente, informando e orientando, tende a ser lembrada quando o paciente decide agendar”, afirma. A saída abrupta da comunicação dificulta a retomada: “Quando a marca some por quatro ou cinco semanas, ela precisa de mais esforço depois para recuperar visibilidade e confiança. Quem mantém constância atravessa o período com menos impacto”.
Dados do Google reforçam que buscas por temas ligados à saúde preventiva, bem-estar e organização da rotina crescem em janeiro, o que cria um ambiente favorável para conteúdos informativos sem tom promocional. Segundo Feltrim: “O cliente não está procurando desconto em janeiro. Ele está buscando entender sintomas, prevenir problemas e se organizar. Conteúdos educativos cumprem exatamente esse papel e fortalecem a autoridade do profissional.”
O especialista também destaca que a abordagem de marketing deve ser adaptada para este período: “Não é o momento de promoção agressiva. É o momento de comunicação institucional, de mostrar conhecimento técnico e cuidado com o cliente”. Materiais explicativos, orientações sazonais e esclarecimento de dúvidas frequentes tendem a gerar engajamento orgânico e ampliar o alcance da marca, criando uma base mais sólida para campanhas futuras.
Com a cautela financeira apontada por pesquisas do IBGE, decisões relacionadas à saúde passam a ser mais planejadas. Manter uma presença digital contínua e educativa ajuda a reduzir inseguranças e facilita a escolha do cliente no momento da contratação de serviços. “Marketing não é impulso. É confiança construída ao longo do tempo. Janeiro faz parte desse processo”, resume Feltrim.
Em prática, manter perfis ativos, publicar conteúdos institucionais e educativos, e responder dúvidas comuns são ações que preservam visibilidade e autoridade sem apelo promocional. Assim, quando fevereiro e março chegam, a retomada do fluxo de atendimentos tende a ser mais rápida, com menor esforço de recuperação da agenda. A recomendação é enxergar janeiro como investimento em posicionamento, não como mês para pausar a comunicação.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



