Longevidade feminina 2026: viver mais e melhor na maturidade

Medicina preventiva e redução de desigualdades como caminhos para autonomia na terceira idade

Feito com dados da assessoria de imprensa, este texto aborda os desafios da longevidade feminina no Brasil e como a medicina diagnóstica e políticas públicas podem promover autonomia e melhor qualidade de vida.

O envelhecimento populacional brasileiro avança rapidamente: projeções do IBGE apontam que, até 2060, um em cada quatro brasileiros terá mais de 65 anos. Nesse cenário, as mulheres aparecem como maioria entre os idosos, com expectativa de vida cerca de sete anos superior à dos homens. Vivem mais, mas acumulam vulnerabilidades biológicas e sociais que podem comprometer esses anos extras.

A transição pós-menopausa traz alterações hormonais que elevam o risco de doenças silenciosas, como osteoporose, hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares. Sem diagnóstico e acompanhamento regulares, essas condições podem reduzir a autonomia e aumentar a dependência na maturidade.

Desigualdades ao longo da vida agravam o problema. Conforme Josie Velani Scaranari, clínica geral do check-up executivo do Sabin Diagnóstico e Saúde: “Historicamente, as mulheres cuidam quando jovens, mas não são cuidadas quando envelhecem”. Ela ressalta que a divisão desigual de tarefas domésticas e de cuidado resulta em interrupções de carreira e menor participação formal no mercado de trabalho. “Essa dinâmica leva a aposentadorias mais baixas e menor segurança financeira, justamente na fase em que o suporte é mais necessário”, explica Josie. A especialista acrescenta: “Para envelhecer bem, é preciso uma estrutura que viabilize autonomia. Quando essa base não existe, a prevenção fica em segundo plano, e a qualidade de vida é drasticamente reduzida”.

Nessa conjuntura, a medicina diagnóstica funciona como ferramenta de conhecimento e empoderamento. Check-ups personalizados permitem identificar riscos antes que se tornem doenças graves, abrindo espaço para intervenções precoces.

Um check-up direcionado para a maturidade feminina costuma incluir:
– Saúde óssea: densitometria para diagnóstico precoce de osteoporose, condição que afeta uma em cada três mulheres com mais de 50 anos.
– Risco cardiovascular: perfil lipídico (colesterol e triglicerídeos) e proteína C-reativa ultrassensível para avaliar risco de infarto e AVC.
– Metabolismo e hormônios: glicemia de jejum, hemoglobina glicada, TSH e T4 livre para monitorar diabetes e disfunções da tireoide.
– Prevenção oncológica: mamografia e exame molecular DNA-HPV para detecção precoce de câncer de mama e de colo do útero.

O Grupo Sabin oferece pacotes de exames integrados que reúnem análises clínicas, diagnósticos por imagem, anatomia patológica, genômica e check-up executivo, além de serviços de atenção primária por meio de programas coordenados. O ecossistema inclui também plataformas digitais e parcerias que centralizam histórico de saúde, facilitando o acompanhamento a longo prazo. Para casos complexos, a Sabin Genômica disponibiliza painéis genéticos que permitem avaliar riscos hereditários e orientar estratégias preventivas.

Garantir longevidade com qualidade exige, portanto, ações combinadas: prevenção médica sistemática, acesso integrado a serviços de saúde e políticas que reduzam desigualdades socioeconômicas acumuladas ao longo da vida. Só assim os anos adicionais de vida poderão ser vividos com autonomia e bem-estar.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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