2026: Saída da FedEx do transporte fracionado deve ajustar preços
Com R$ 1,7 bilhão retornando ao mercado, BBM afirma ter capacidade para absorver fluxos sem ruptura
A decisão da FedEx de encerrar a operação de transporte fracionado (LTL) no Brasil a partir de fevereiro de 2026 deve provocar uma redistribuição significativa de volumes e impactos nas negociações de preço do setor logístico. As coletas nacionais seguem programadas até 6 de fevereiro de 2026, e as entregas já contratadas serão realizadas conforme o previsto. No total, cerca de R$ 1,7 bilhão em faturamento retorna ao mercado, abrindo espaço para ajustes na cadeia logística nacional. Texto elaborado com dados da assessoria de imprensa.
Além da redistribuição de volumes, o movimento deve acelerar um processo de recomposição de preços. O segmento de LTL vinha sofrendo com forte pressão sobre margens, e a saída de um player relevante tende a fazer embarcadores reavaliarem contratos, custos e modelos de contratação. Em consequência, operadores e contratantes podem renegociar prazos, tarifas e níveis de serviço na busca por um novo equilíbrio econômico.
A BBM Logística posicionou-se destacando que enxerga uma oportunidade de absorção ordenada desses fluxos. A empresa afirma dispor de capacidade operacional, cobertura nacional e padrões de governança compatíveis com as exigências do transporte fracionado. Segundo a nota da assessoria, a companhia estruturou um projeto específico para dialogar com clientes impactados, com foco na transição das operações, manutenção de prazos e cobertura geográfica.
Em suas declarações, Agapito Sobrinho, presidente da BBM Logística, ressaltou a necessidade de evitar rupturas: “Trata-se de um volume relevante que retorna ao mercado em um curto intervalo de tempo. O ponto central é garantir uma transição sem ruptura operacional, com nível de serviço adequado e previsibilidade”, afirma Agapito Sobrinho, presidente da BBM Logística. Para a BBM, a recomposição de preços é uma consequência natural do movimento e pode contribuir para o reequilíbrio econômico do setor após período de pressão sobre custos e margens.
Do ponto de vista operacional, a saída da FedEx exige coordenação entre embarcadores, operadores e plataformas tecnológicas para reassinalar cargas, ajustar rotas e calibrar capacidades de atendimento regional. A manutenção das entregas contratadas e das coletas até 6 de fevereiro de 2026 reduz o risco de ruptura imediata, mas o período seguinte será determinante para determinar como se dará a redistribuição de contratos e tarifas.
Para embarcadores, a recomendação implícita pelas comunicações é monitorar prazos contratuais, avaliar ofertas alternativas e priorizar operadores com cobertura e governança comprovadas. Para operadores, o movimento representa tanto desafio operacional quanto oportunidade de recuperar margem e revisitar modelos comerciais.
O cenário apresentado é dinâmico e deverá evoluir conforme operadores concretizem propostas comerciais e embarcadores tomem decisões de realocação de volumes. As informações deste texto foram fornecidas pela assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



