Prêmio Guardiãs da Sociobiodiversidade 2026: R$3 milhões e inscrições até 23/2
Segunda edição vai apoiar 50 organizações — R$50 mil por iniciativa para valorizar saberes tradicionais
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Estão abertas até 23 de fevereiro as inscrições para a 2ª edição do Prêmio Guardiãs da Sociobiodiversidade, iniciativa do Fundo Nacional para a Repartição de Benefícios (FNRB), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). O prêmio destina R$ 3 milhões ao reconhecimento e fortalecimento financeiro de organizações que preservam, transmitem e valorizam conhecimentos tradicionais associados à biodiversidade brasileira. Feito com dados da assessoria de imprensa.
Podem se inscrever organizações que comprovem ações orientadas à proteção e transmissão de saberes ligados à fauna e flora nacionais. As inscrições devem ser realizadas por meio da página de Registros e Cadastros do portal Serviços e Informações do Brasil, onde é necessário preencher formulário eletrônico, anexar a documentação exigida e apresentar uma breve descrição da iniciativa a ser reconhecida.
Seleção e distribuição de recursos
A edição selecionará 50 organizações distribuídas entre quatro segmentos: 13 indígenas, 12 quilombolas, 12 de agricultores familiares e 13 de povos e comunidades tradicionais. Do investimento total de R$ 3 milhões, R$ 2,5 milhões serão repartidos entre os contemplados. Nesta edição, o valor individual da premiação foi elevado para R$ 50 mil por iniciativa — R$ 5 mil a mais que na edição anterior, quando os vencedores receberam R$ 45 mil.
Objetivos do prêmio
O Prêmio Guardiãs da Sociobiodiversidade visa reconhecer iniciativas de base que preservam saberes tradicionais relacionados ao patrimônio genético brasileiro, promovendo visibilidade e apoio financeiro para aprimorar atividades comunitárias. A iniciativa é apresentada como um instrumento de valorização da diversidade cultural e ecológica do país e de promoção da justiça socioambiental.
Contexto institucional
O FNRB foi criado pela Lei da Biodiversidade do Patrimônio Genético (Lei nº 13.123/2015) para garantir que o uso do patrimônio genético gere retorno direto a quem o preserva. O fundo é gerido por um Comitê Gestor (CG-FNRB) que inclui a participação de povos indígenas, povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares. Juntos, os integrantes do comitê decidem, com órgãos da administração pública, como será executado o Programa Nacional de Repartição de Benefícios. O MMA, por meio da Secretaria Nacional de Bioeconomia, preside o colegiado e exerce a secretaria executiva.
Retrospecto
A primeira edição do prêmio, realizada em maio de 2025, premiou 20 organizações que se destacaram na proteção e no uso sustentável dos conhecimentos associados à biodiversidade, marcando um passo no reconhecimento dos povos e comunidades tradicionais do Brasil.
Informações práticas
Para se inscrever é necessário acessar a página de Registros e Cadastros do portal Serviços e Informações do Brasil, preencher o formulário eletrônico e anexar a documentação solicitada. Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail premiofnrb@mma.gov.br.
Este conteúdo foi elaborado com base em informações divulgadas pela assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



