Mamografia 2026: adesão cresce a partir dos 40 anos
Dados da FIDI mostram aumento de exames e maior procura entre mulheres de 40 a 59 anos
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Dados da assessoria de imprensa da FIDI indicam que a mamografia registrou avanço no Brasil em 2025: foram realizadas 174.200 mamografias, média de cerca de 14 mil exames por mês. O levantamento aponta que a maior concentração de exames ocorre entre mulheres de 40 a 59 anos, com pico de adesão entre 50 e 54 anos, que alcançou 96,6%.
A procura na faixa dos 40 aos 49 anos também cresceu de forma significativa, atingindo um pico de 25 mil atendimentos. Para a Dra. Vivian Milani, médica radiologista especialista em mamas da FIDI, a ampliação da faixa etária do rastreamento tem justificativa epidemiológica: “a maior incidência do câncer de mama está na faixa dos 40 aos 60 anos e, portanto, fazer o rastreamento de mulheres nessa faixa etária auxilia na detecção precoce da doença, possibilitando maiores chances de cura”.
Uma mudança relevante no cenário de diagnóstico é a redução de casos em estágio já comprovado no momento do exame. A comparação entre séries históricas mostra queda na categoria BI-RADS 6, de 686 casos para 120 casos em 2025, indicando maior detecção em fases iniciais ou acompanhamento rotineiro. Em 2025, outubro foi o mês com maior volume de exames: 19.104 mamografias, ultrapassando picos anteriores e marcando o maior resultado da série histórica da instituição.
O acesso ao exame também avançou por via legislativa: a Lei nº 15.284, de 18 de dezembro de 2025, assegura a mulheres a partir de 40 anos o direito à realização de mamografia pelo SUS, mesmo sem sinais ou sintomas, em conformidade com diretrizes do Ministério da Saúde. A medida alinha práticas nacionais a recomendações internacionais sobre rastreamento e diagnóstico precoce.
A FIDI projeta estabilidade para 2026, com faixa estimada entre 170 mil e 175 mil exames, e expectativa de aumento na procura especialmente em outubro. A instituição, fundada em 1986, atua em mais de 120 unidades de saúde e investe em diagnóstico por imagem, educação médica e inovações tecnológicas.
Além dos indicadores de rastreamento, a FIDI reforça orientações sobre promoção de saúde. Segundo Dra. Vivian Milani: “A prevenção é um cuidado contínuo e manter uma rotina saudável, com alimentação equilibrada, exercícios físicos, hidratação e atenção à saúde física e mental, fortalece o organismo e contribui para o bem-estar como um todo”.
Este texto foi elaborado com dados da assessoria de imprensa da FIDI e destaca a importância da mamografia como ferramenta simples e eficaz para identificar alterações nas mamas — incluindo nódulos, calcificações e assimetrias — e como estratégia central para ampliar as chances de diagnóstico em fases iniciais.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



