Emagrecimento saudável não se mede só na balança em 2026

Profissionais apontam bioimpedância, dobra cutânea e densitometria como métricas mais precisas para recomposição corporal

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Usar apenas o peso da balança como referência no processo de emagrecimento é insuficiente e pode até ser prejudicial, segundo profissionais da saúde. Médicos e educadores físicos têm recorrido a métodos como dobra cutânea, bioimpedância e densitometria de corpo total para avaliar a composição corporal e a evolução física de forma mais precisa.

O médico do esporte Nemi Sabeh, que por 12 anos coordenou o núcleo das seleções femininas da Confederação Brasileira de Futebol, explica que essas técnicas permitem especificar a quantidade de massa muscular e de gordura corporal, algo que o peso isolado não mostra. “Tem um exemplo muito legal que eu gosto de usar, que é o do Mike Tyson, pugilista histórico. Ele tinha mais de 100 quilos com cerca de 1,80 metro de altura, mas ninguém diria que ele era obeso. Isso acontece porque o músculo pesa, mas ocupa menos espaço e tem uma função completamente diferente da gordura”, afirmou Sabeh. “Ao basear a análise da evolução física apenas no peso corporal total, ignora-se o fato de que a balança soma estruturas muito diferentes entre si, como músculo, gordura, ossos, vísceras e água”.

A importância da massa muscular também é destaque na prevenção de doenças metabólicas. “O músculo funciona como uma esponja de glicose. Quanto mais massa muscular a pessoa tem, maior é a capacidade de consumir glicose, reduzir a glicemia e diminuir o risco de doenças como diabetes e obesidade ao longo do tempo”, afirma Sabeh.

Na prática das academias, a mudança de paradigma ainda precisa avançar entre os alunos. Lucas Florêncio, treinador da Smart Fit, relata que muitos clientes continuam orientando-se quase exclusivamente pelo número da balança, mesmo com ganhos de força e melhora na composição corporal. Para reverter esse comportamento, a rede tem investido em educação e em avaliações de bioimpedância, testes de força e análises de mobilidade. “Na maior parte das vezes, o aluno absorve bem quando mostramos essas métricas. Quando ele percebe que está ‘mais forte’ e ‘mais disposto’, a dependência da balança diminui. A satisfação passa a vir da conquista de capacidades físicas e de ganhos estéticos, o que acaba mantendo o aluno mais motivado no longo prazo”, relatou o treinador.

Para quem busca emagrecimento com saúde, seguem exemplos de treinos indicados pela equipe da Smart Fit, organizados em treinos A (superior) e B (inferior e core):

Treino A: Membros Superiores
– Supino máquina reto articulado: 3 séries de 10–12 (alongamento do peitoral)
– Puxada Máquina articulada: 3×10–12 (depressão das escápulas)
– Desenvolvimento de máquina aberto: 3×12 (estabilidade glenoumeral)
– Remada curvada supinada barra: 3×10–12 (retração escapular)
– Tríceps Polia (Barra Reta): 3×12–15 (extensão de cotovelo isolada)
– Rosca Direta com barra: 3×12–15 (flexão de cotovelo constante)

Treino B: Membros Inferiores e Core
– Leg Press Horizontal: 4×10–12 (amplitude de movimento)
– Cadeira Extensora: 3×12–15 (pico de contração)
– Elevação pélvica máquina: 3×12–15 (isquiotibiais e glúteos)
– Cadeira Flexora: 3×15 (fortalecimento de isquiotibiais)
– Gêmeos em pé: 4×15 (tríceps sural)
– Abdominal Curto: 3×15–20 (flexão de tronco controlada)

Este texto foi produzido com dados da assessoria de imprensa. Informações adicionais incluíam detalhes institucionais sobre o Grupo Smart Fit e orientações de contato da assessoria.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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