Confiança é o novo remédio: tendências 2026 para marcas de saúde

Pesquisa aponta que clareza, coerência e tecnologia humanizada definem reputação no setor

O:
A relação dos brasileiros com a saúde está mudando: da prestação técnica para um ecossistema orientado pela confiança. É o que revela a pesquisa Branding Brasil – Segmento Saúde e Bem-Estar 2025, realizada pela plataforma Valometry da agência anacouto, ouvida por quase dois mil brasileiros. Conteúdo feito com dados da assessoria de imprensa.

O estudo identifica a confiança como principal ativo das marcas de saúde. Segundo a pesquisa, 60% dessa relação depende da clareza e da boa comunicação — mais determinante que preço ou inovação. A confiança surge da coerência entre discurso e entrega, da empatia e da capacidade de gerar segurança emocional.

Transformação digital com rosto humano
A digitalização do setor deixou de ser apenas técnica para assumir um papel emocional. A pesquisa mostra que 39% dos brasileiros acreditam que a inteligência artificial pode transformar a área, desde que simplifique o cuidado e torne a experiência mais humana. Ferramentas de triagem, diagnóstico e agendamento são bem avaliadas quando reduzem barreiras; entretanto, o olhar do profissional de saúde continua valorizado pelo público. Nas palavras de Ana Couto: “A tecnologia só é boa quando se aproxima. A inteligência artificial deve estar a serviço da inteligência emocional.”

Dados e contrapartida clara
Os entrevistados demonstram disposição em compartilhar dados pessoais, desde que haja uma contrapartida concreta — como prevenção personalizada ou benefícios coletivos. A pesquisa aponta que o dado “só tem valor quando devolve valor”: “O dado é a nova forma de contato. Ele só tem valor quando devolve valor”, reforça Ana Couto. Esse novo comportamento exige políticas de ética e transparência digital por parte das organizações.

Propósito, coerência e participação
Coerência emergiu como novo indicador de reputação. Marcas que cumprem promessas, comunicam de forma simples e transparente e oferecem experiências personalizadas aumentam fidelidade e valor percebido. O paciente moderno quer participar das decisões sobre seu cuidado; a ideia de “cuidado compartilhado” ganha relevância ao integrar médicos, farmacêuticos e tecnologia. “O novo paciente é ativo, não passivo. As marcas que o escutam constroem uma relação de parceria e confiança”, analisa Ana Couto.

Vida larga e viver melhor
Além da longevidade, cresce a valorização da qualidade de vida, equilíbrio emocional e autonomia no cuidado. Marcas que integram inovação, atendimento humanizado e propósito se destacam no Branding Value Score (BVS) da Valometry; entre elas aparecem instituições como Albert Einstein, Sírio-Libanês e Unimed.

Conclusão
A pesquisa aponta que confiança, coerência e um uso responsável da tecnologia são fatores centrais para a reputação das marcas de saúde em 2026. O propósito e a transparência sobre o uso de dados são decisivos para construir valor e retenção no setor. Conteúdo baseado em dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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