3 sinais de que seu time precisa de atenção psicossocial em 2026

Queda de produtividade, conflitos e afastamentos podem indicar riscos que exigem ação das lideranças

O:
Conteúdo produzido com dados da assessoria de imprensa.

O ambiente de trabalho costuma revelar sinais silenciosos antes que a crise se instale. Dados do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil mostram que os benefícios por incapacidade temporária associados à saúde mental no trabalho mais do que dobraram no biênio, passando de 201 mil em 2022 para 472 mil em 2024 (aumento de 134%). Com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR‑1), que passa a exigir identificação e gestão dos riscos psicossociais em maio de 2026, as lideranças precisam estar atentas aos indícios no cotidiano das equipes.

O médico especialista em saúde ocupacional Dr. Marco Aurélio Bussacarini alerta que “os riscos psicossociais não são invisíveis, eles se manifestam no comportamento, na produtividade e nas relações interpessoais. Ignorar esses sinais é negligenciar a saúde mental do time e comprometer a sustentabilidade da organização”. Graduado em Medicina pela UNICAMP e especialista em Medicina Ocupacional pela USP, ele é CEO da Aventus Ocupacional.

Três sinais que não podem ser ignorados
1) Queda repentina de produtividade
Funcionários antes engajados que começam a entregar menos, sem causa aparente, podem estar sofrendo estafa emocional ou sobrecarga silenciosa. Esse quadro pode evoluir para condições clínicas como burnout e depressão se não houver intervenção precoce. Monitorar variações de desempenho e conversar com o colaborador são ações iniciais essenciais.

2) Conflitos constantes entre colegas
Tensões frequentes, comunicação agressiva ou omissa e atritos recorrentes indicam um clima emocionalmente desgastado. Conflitos não resolvidos elevam o risco de sofrimento psíquico em equipes e prejudicam a colaboração. A mediação qualificada e treinamentos em comunicação são medidas preventivas recomendadas.

3) Afastamentos recorrentes ou pedidos de desligamento
Alta rotatividade, pedidos de demissão motivados por exaustão ou afastamentos frequentes sinalizam problemas sistêmicos de saúde mental. O estudo citado indica que entre afastamentos relacionados ao trabalho, reações ao estresse respondem por 28,6% dos casos, seguidas por ansiedade (27,4%), episódios depressivos (25,1%) e depressão recorrente (8,46%).

Práticas de prevenção e gestão
O especialista recomenda ações integradas, entre elas:
– Mapeamento de riscos psicossociais;
– Capacitação de lideranças para gestão humanizada;
– Escuta ativa e canais de apoio emocional;
– Monitoramento de indicadores de clima e absenteísmo.

“Cuidar da saúde mental no trabalho é mais do que cumprir uma norma, é garantir que as pessoas tenham condições reais de produzir, colaborar e se desenvolver com segurança nas empresas”, conclui Dr. Bussacarini. Implementar práticas preventivas e protocolos claros ajuda a reduzir impactos individuais e organizacionais e a preparar equipes para a exigência legal que entra em vigor em 2026.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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