Volta às aulas 2026: pediatra orienta adaptação escolar e alimentação infantil
Estratégias práticas para acolher emoções e garantir energia e imunidade no início do ano letivo
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Com a chegada de fevereiro e o retorno às aulas, muitas famílias enfrentam desafios comuns da infância relacionados à adaptação escolar. De acordo com a pediatra Mariana Bolonhezi, sinais como ansiedade de separação, choro na entrada da escola, alterações no sono e pequenas regressões no comportamento fazem parte do processo natural de ajuste ao novo contexto.
“A adaptação é um período de grandes mudanças emocionais para a criança. Novo ambiente, novas rotinas, outras figuras de referência e maior tempo fora de casa exigem uma maturidade emocional que ainda está em construção”, explica Mariana. Nas primeiras semanas, é comum observar maior dependência dos pais, dificuldades para dormir ou regressões pontuais, como pedir mais colo ou retomar hábitos já superados.
Para ajudar a criança a atravessar esse momento, a pediatra recomenda oferecer segurança emocional por meio de rotinas previsíveis, despedidas claras e sem prolongamentos, e validação dos sentimentos. Segundo ela, práticas consistentes no início do dia e a postura segura dos adultos contribuem para que a criança se sinta à vontade para explorar o novo ambiente: “Quando os adultos demonstram confiança, a criança se sente mais segura para explorar o novo ambiente”.
Outro aspecto enfatizado por Mariana é a alimentação infantil, que tem impacto direto nos níveis de energia, na imunidade e no rendimento escolar. A orientação é priorizar refeições equilibradas com alimentos naturais e nutritivos. Frutas, legumes, verduras, proteínas de boa qualidade e carboidratos complexos são citados como aliados para fortalecer o sistema imunológico e reduzir a vulnerabilidade a infecções comuns no início do ano letivo.
“A nutrição adequada sustenta a rotina escolar”, aponta a pediatra ao reforçar que “Um café da manhã completo e lanches bem planejados fazem diferença na atenção, no humor e na disposição da criança ao longo do dia”. Além disso, Mariana alerta para o consumo excessivo de ultraprocessados e açúcar, que podem provocar oscilações de energia e impactar o comportamento, e destaca a importância da hidratação, sobretudo em dias mais quentes ou com maior gasto físico.
A adaptação escolar, segundo a pediatra, deve ser acompanhada com paciência e visão integral: corpo, sono, rotina e emoções. “Quando cuidamos da criança de forma integral — corpo, emoção e rotina — a volta às aulas se torna mais leve e respeitosa para toda a família.” Essas orientações visam reduzir a ansiedade infantil e favorecer um retorno gradual e seguro às atividades presenciais.
Texto feito com dados da assessoria de imprensa.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



