Verão 2026: calor eleva risco de infecções oculares
Piscinas, praias e hábitos de férias favorecem transmissão; veja sinais e prevenção
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Estamos no verão, e o período de sol, praia e piscina traz maior risco de infecções oculares. Feito com dados da assessoria de imprensa, este texto reúne orientações do Dr. Alexandre Magalhães, oftalmologista do IOBH – Instituto de Olhos de Belo Horizonte, sobre causas, sinais e medidas preventivas.
Segundo o médico, “O calor e a umidade criam um ambiente propício para a proliferação de micro-organismos, aumentando o risco de inflamações e infecções oculares”. As infecções mais comuns na estação são conjuntivite viral, conjuntivite bacteriana, ceratite e blefarite.
A conjuntivite pode ter diferentes origens e sinais. Como explicado pelo especialista: “A conjuntivite alérgica não é contagiosa e provoca muita coceira e vermelhidão. Já a viral é altamente transmissível, com lacrimejamento intenso e secreção clara. A bacteriana também é contagiosa e costuma causar secreção amarelada, além da sensação de corpo estranho nos olhos”. Identificar corretamente o tipo é essencial para o tratamento adequado.
Ambientes aquáticos exigem atenção. Piscinas sem tratamento adequado e água do mar contaminada são fatores de risco, porque “O contato direto dos olhos com água contaminada facilita a entrada de vírus e bactérias, principalmente quando a pessoa permanece muito tempo submersa ou abre os olhos debaixo d’água”, alerta o oftalmologista. O uso de óculos de mergulho pode ajudar na prevenção: “Eles reduzem o contato direto dos olhos com a água e funcionam como uma barreira de proteção”.
Quem usa lentes de contato deve redobrar os cuidados no verão. Conforme orientação do especialista, “A utilização de lentes aumenta o risco de infecção no verão, por isso é essencial redobrar a higiene e evitar o uso durante o banho de mar ou piscina”. Manter as lentes sempre limpas e em boas condições reduz riscos.
Alguns sinais iniciais não devem ser ignorados: olhos vermelhos, dor ocular, presença de secreção, sensibilidade à luz e visão embaçada indicam a necessidade de avaliação. Sobre prevenção diária, o médico recomenda práticas simples: “Lavar as mãos com frequência, evitar coçar os olhos e manter as lentes de contato sempre limpas e em boas condições são atitudes fundamentais”.
A automedicação é um erro comum e pode agravar o quadro, atrasando o tratamento correto. Por isso, a orientação é procurar atendimento especializado quando os sintomas persistirem. “Toda irritação ocular que durar mais de dois dias deve ser avaliada por um oftalmologista”, afirma o Dr. Alexandre Magalhães. Em crianças, os cuidados precisam ser reforçados, e é importante “evitar exposição prolongada à água e ao sol, já que elas costumam passar mais tempo nessas atividades durante o verão”, conclui o médico.
Resumo das ações práticas: evite abrir os olhos debaixo d’água, use óculos de mergulho, higienize mãos e lentes, não se automedique e consulte um oftalmologista se os sintomas persistirem por mais de dois dias.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



