Quando o auxílio-acidente pode ser concedido: o que você precisa saber

Benefício pouco conhecido do INSS pode complementar a renda de trabalhadores com sequelas permanentes

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Com a virada do ano, muitas pessoas revisam o orçamento e buscam estabilidade financeira. Para quem sofreu acidente e ficou com sequelas permanentes, o auxílio-acidente do INSS pode ser uma fonte de apoio econômico e deve entrar na checagem de direitos do início do ano. Post feito com dados da assessoria de imprensa.

O que é o auxílio-acidente
O auxílio-acidente é um pagamento mensal do INSS a trabalhadores que sofreram acidentes ou desenvolveram doenças que deixaram sequelas permanentes e reduziram, de forma definitiva, a capacidade de trabalho. O benefício pode ser concedido mesmo que o segurado continue em atividade e é mantido até a aposentadoria. Trata-se de uma compensação pela perda funcional e não substitui o salário.

Quem pode receber
Têm direito trabalhadores contribuintes do INSS que tiveram:
– acidentes de trabalho ou fora dele;
– doenças relacionadas ao trabalho;
– sequelas permanentes, mesmo que moderadas.
Entre os enquadramentos possíveis estão empregados com carteira assinada, trabalhadores domésticos, rurais e avulsos. Segundo informações do INSS, a redução da capacidade não precisa ser total; basta haver impacto permanente no desempenho das funções.

Por que tantos pedidos são negados
Apesar de previsto em lei, o auxílio-acidente enfrenta dificuldades na concessão. Um levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) indicou que mais de 10% dos pedidos de benefícios analisados entre 2023 e 2024 foram negados de forma indevida, frequentemente por falhas de análise ou falta de informações. Em 2024 o INSS também informou que mais de 300 mil pedidos foram reapresentados ao longo do ano, ou seja, inicialmente negados e posteriormente reformulados.

Principais motivos de negativa apontados pelo INSS:
– ausência de exames e relatórios médicos atualizados;
– dificuldade em comprovar caráter permanente da sequela;
– avaliações que não reconhecem redução da capacidade;
– pedidos feitos sem orientação adequada.

Como aumentar as chances de concessão
Organização e documentação são essenciais. Reúna prontuários, laudos, exames, histórico de tratamento e atestados que demonstrem a limitação funcional e sua permanência. Buscar orientação especializada ajuda a apresentar o caso de forma consistente e evitar erros processuais.

Perspectiva da assessoria
“O começo do ano é um período em que as pessoas revisam a vida financeira e pensam em estabilidade. O auxílio-acidente pode ser um apoio importante para quem convive com limitações permanentes e, muitas vezes, nem sabe que tem direito a esse benefício”, diz Caroline Alves, head de Planejamento da DS Beline. Ela também alerta: “Muitas pessoas acreditam que apenas grandes limitações dão direito ao benefício, mas pequenas sequelas também podem impactar o dia a dia e o desempenho profissional. O problema é que isso nem sempre fica claro na avaliação.”

Contexto nacional
Dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho indicam que o Brasil registra mais de 600 mil acidentes de trabalho por ano, o que reforça a necessidade de informação e orientação para que trabalhadores afetados conheçam e reivindiquem seus direitos.

Orientação final
Se você teve um acidente e mantém limitações, aproveite o início do ano para organizar documentos e buscar orientação. Informação e planejamento podem ser determinantes para o reconhecimento do auxílio-acidente e para a complémentação da renda.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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