Carnaval 2026: por que o desfile de Sabrina e Viviane é comparável a um triatlo

Duração, peso das fantasias e repetição transformam a maratona de sambas em esforço físico extremo

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Feito com dados da assessoria de imprensa, este texto analisa por que a rotina de desfiles de Carnaval de algumas musas brasileiras se aproxima, em termos de gasto energético e desgaste físico, do esforço exigido em modalidades de resistência.

Sabrina Sato, 44 anos, e Viviane Araújo, 49 anos, repetem em 2026 a chamada dobradinha entre Rio e São Paulo: Sabrina desfila como rainha de bateria da Gaviões da Fiel (São Paulo) e da Unidos de Vila Isabel (Rio), enquanto Viviane atua pela Mancha Verde (São Paulo) e pelo Salgueiro (Rio). Cada apresentação envolve mais de uma hora de samba ininterrupto, e o movimento intenso pode se estender por mais de 90 minutos incluindo concentração e dispersão.

Os percursos oficiais também contribuem para a carga física: no Sambódromo do Anhembi são cerca de 530 metros, e na Marquês de Sapucaí aproximadamente 700 metros, frequentemente percorridos em zigue-zague e com retornos para interação com público e bateria. Esses fatores — distância, tempo de atividade, intensidade e repetição entre desfiles — sustentam a comparação com provas de resistência como o triatlo.

As fantasias acrescentam outra camada de exigência. O material informado pela assessoria aponta que figurinos podem ultrapassar dezenas de quilos em adereços e pedrarias; Sabrina já revelou que, somando Rio e São Paulo, chegou a desfilar com mais de 60 quilos em alguns trajes. Fantasias pesadas e estruturas de coroas demandam força constante do tronco e das pernas, mesmo quando a opção estética prioriza leveza, como costuma ser o caso de Viviane.

Quanto ao gasto energético, educadores físicos citados no comunicado estimam entre 500 e 600 calorias por hora de samba intenso, com desfiles completos podendo superar 600 calorias. No caso de quem desfila duas vezes na mesma temporada, como Sabrina e Viviane, o consumo pode ultrapassar 1.200 calorias apenas nas apresentações oficiais, sem considerar ensaios, treinos e deslocamentos.

O médico Gabriel Almeida (CRM-SP 180956 | RQE 121513) destaca que o problema principal é o acúmulo do desgaste ao longo dos dias. “Quando a pessoa samba por mais de uma hora e repete esse esforço por dias seguidos, o corpo entra em um nível de exigência comparável ao de atletas de resistência”, afirma. Almeida alerta para sinais de exaustão física no pós-Carnaval, como desidratação, câimbras, queda de pressão e sobrecarga muscular, especialmente quando o esforço é subestimado.

A estreia de Virgínia Fonseca, 26 anos, como rainha de bateria da Grande Rio também suscita atenção no comunicado: apesar de não repetir a dupla jornada interestadual, o tempo prolongado de desfile e a pressão performática colocam seu corpo sob nível de esforço semelhante ao das veteranas.

O que o público vê na avenida é o resultado de espetáculo aliado a disciplina física. A análise da assessoria ressalta que, por trás do brilho, há uma demanda fisiológica comparável a provas esportivas de alta resistência.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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