Cardioneuroablação: tratamento não invasivo para desmaios em 2026

Técnica minimamente invasiva ganha espaço no Brasil e pode reduzir episódios de síncope vasovagal

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A síncope vasovagal, caracterizada por episódios de desmaio decorrentes de um reflexo do sistema nervoso autônomo, é uma condição clínica que, apesar de benigna quanto à ausência de doença cardíaca estrutural, pode expor pacientes a quedas e acidentes. Em resposta à demanda por tratamentos menos invasivos, a cardioneuroablação vem sendo adotada com crescente frequência no Brasil. Conteúdo baseado em dados da assessoria de imprensa.

O Centro Cardiológico, com atuação em Uberaba e expansão para São Paulo, divulgou o balanço de 2025 apontando que todos os casos de síncope vasovagal atendidos pela equipe foram tratados por meio da cardioneuroablação. No ano passado, a clínica realizou 422 procedimentos cardíacos, sendo pouco mais de 3% deles relativos à síncope vasovagal — todos com a técnica minimamente invasiva.

Desenvolvida pela equipe do Dr. José Carlos Pachón Mateos no Hospital do Coração (HCor), a cardioneuroablação é executada por via endovascular, por meio da veia femoral, sem cortes. O procedimento utiliza radiofrequência para modular o sistema nervoso autônomo que regula a frequência cardíaca, reduzindo os efeitos excessivos do nervo vago sobre o coração. Segundo o cardiologista Ricardo Ferreira, fundador do Centro Cardiológico, “Os pacientes podem usufruir de uma alternativa mais simples e segura, com menor tempo de recuperação”.

A opção pela cardioneuroablação vem sendo indicada para pacientes com síncope vasovagal quando episódios recorrentes afetam a qualidade de vida ou há risco de lesões decorrentes das quedas. A modulação do componente vagal busca diminuir a susceptibilidade a desmaios sem a necessidade de intervenções cirúrgicas mais extensas ou implantes, quando não há indicação de doença estrutural cardíaca.

No relatório do Centro Cardiológico, a consolidação da técnica em 100% dos casos de síncope vasovagal tratados em 2025 demonstra a adoção institucional da prática. Para 2026, a equipe estima crescimento de aproximadamente 20% no número de procedimentos desse tipo em relação ao ano anterior, refletindo a tendência de preferência por abordagens menos invasivas em arritmias e alterações autonômicas.

O serviço foi idealizado e expandido por Ricardo Ferreira, que fundou o Centro Cardiológico em 2017 em Uberaba e o ampliou para São Paulo, com atuação também em hospitais como Beneficência Portuguesa, Samaritano e São Camilo. O especialista se coloca à disposição para esclarecimentos e entrevistas sobre cardioneuroablação e outros procedimentos cardíacos.

A cardioneuroablação representa uma alternativa técnica para manejo da síncope vasovagal, com procedimentos realizados por via endovascular, uso de radiofrequência e foco na modulação autonômica. Conteúdo produzido com dados da assessoria de imprensa.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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