Harmonização facial no verão: quais procedimentos fazer antes de viajar
Orientações sobre tempo de recuperação e cuidados para quem planeja harmonização facial antes das férias
O:
São Paulo, janeiro de 2026 – Com a chegada do verão e das férias, cresce a busca por procedimentos estéticos rápidos, práticos e com resultados naturais. A harmonização facial, queridinha de quem deseja realçar os traços do rosto, está entre os tratamentos mais procurados no Brasil. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), os procedimentos minimamente invasivos, como toxina botulínica e preenchimento com ácido hialurônico, já representam mais de 70% das intervenções estéticas realizadas no país, mostrando uma preferência clara por técnicas com recuperação mais rápida. Mas surge a dúvida: dá para fazer harmonização facial antes de viajar? A resposta é sim, desde que haja planejamento e orientação profissional.
Alguns procedimentos leves podem ser realizados com pelo menos duas a três semanas de antecedência, como a aplicação de toxina botulínica e pequenos preenchimentos faciais. Esse intervalo é importante para que possíveis inchaços ou hematomas desapareçam e o resultado fique mais natural.
“O ideal é sempre pensar no tempo de recuperação e nos cuidados pós-procedimento, principalmente quando a viagem envolve sol, praia ou piscina”, orienta o Dr. Paulo Augusto Yanase, dentista da Oral Sin.
Procedimentos mais intensos, que exigem múltiplas aplicações ou provocam maior inflamação, não são recomendados muito próximos à data da viagem. Além disso, a exposição excessiva ao sol logo após o tratamento pode prejudicar a cicatrização e o resultado final. “Fazer muitos procedimentos de uma vez ou muito perto da viagem pode gerar desconforto e atrapalhar o descanso. O verão pede leveza, inclusive nos cuidados estéticos”, alerta o especialista.
Muita gente não sabe, mas hoje a harmonização facial também pode ser realizada por cirurgiões-dentistas habilitados, com formação específica na área. Esses profissionais têm amplo conhecimento da anatomia do rosto, especialmente regiões como lábios, queixo e mandíbula. “O dentista entende profundamente a estrutura da face. Quando o procedimento é bem indicado e planejado, conseguimos resultados seguros, naturais e que respeitam a harmonia do rosto”, finaliza Yanase.
Por Dr. Paulo Augusto Yanase
dentista da Oral Sin
Artigo de opinião



