Como ter um lago natural em casa em 2026: paisagistas tiram dúvidas

Depieri Paisagismo explica tipos, planejamento e manutenção para integrar lagos a jardins de qualquer tamanho

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Conteúdo feito com dados da assessoria de imprensa.

A tendência de substituir piscinas tradicionais por lagos naturais cresce entre quem busca maior contato com a natureza. Cleber e Arthur Depieri, do escritório Depieri Paisagismo, afirmam que é viável integrar lagos a propriedades de diferentes tamanhos, desde grandes terrenos até minilagos em áreas compactas. O sucesso depende de projeto, planejamento e execução técnica adequados.

Planejamento e fatores técnicos
“Antes de iniciar o projeto, é necessário avaliar o tamanho do terreno, insolação, tipo de solo, desníveis e drenagem. Também é importante planejar a integração com a arquitetura e o paisagismo, garantindo que o lago possa se encaixar naturalmente ao contexto do espaço, assim como ao gosto dos clientes”, comenta Cleber. Esses itens determinam o dimensionamento da filtragem, das bombas e das áreas de vegetação aquática.

Tipos de lagos e tratamento da água
Os profissionais diferenciam lagos naturais (ou piscinas naturais), espelhos d’água ornamentais e piscinas com visual de praia. Arthur esclarece que a diferença não é apenas estética, “mas também na forma de tratamento da água”. No lago natural, a limpeza é feita por filtragem biológica: plantas, peixes e micro-organismos mantêm o equilíbrio, com circulação contínua e oxigenação, sem cloro. “Isso permite criar um ambiente natural, com vegetações aquáticas e peixes, onde a pessoa tem o prazer de nadar junto com as espécies, vivendo uma experiência única. Exatamente por isso, têm aumentado a procura por lagos nesse formato”, enfatizam.

Espécies recomendadas
Plantas indicadas para filtragem e estética incluem nenúfares (Nymphaea spp), papiros (Cyperus papyrus), sombrinhas chinesas (Cyperus alternifolius), aguapés (Eichhornia crassipes), alfaces-d’água (Pistia stratiotes), lírios-do-brejo (Hedychium coronarium) e taboas (Typha dominguensis). No entorno, folhagens tropicais, palmeiras e espécies nativas ajudam na transição entre lago e jardim e reduzem manutenção.

Manutenção e sinais de alerta
Quando bem projetado, um lago natural exige baixa manutenção rotineira. Cleber indica que “a única manutenção sugerida é, de tempos em tempos, a troca da areia dos fundos do lago e a limpeza de algumas pedras que tenham ficado mais sujas”. Máquinas e bombas corretamente dimensionadas e o acompanhamento do equilíbrio biológico são essenciais. Água turva e desequilíbrio biológico são sinais de falhas de projeto ou execução, como dimensionamento incorreto do sistema de filtragem ou escolha inadequada de espécies.

Fauna, profundidade e bem-estar dos peixes
A presença de fauna regional, aves e borboletas costuma aumentar após a implantação do lago. Para espécies como carpas, “As carpas, por exemplo, exigem níveis ideais de oxigenação, profundidade e filtragem para se desenvolverem com saúde”, comentam os paisagistas, o que reforça a necessidade de projeto técnico.

Sobre a empresa
O escritório Depieri Paisagismo, localizado em Brasília, atua há mais de 25 anos em projetos e execução de paisagismo, combinando arquitetos e agrônomos para desenvolver projetos residenciais e de grande porte.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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