Como a inteligência artificial passou a prevenir furtos no Carnaval
A IA complementa a vigilância humana ao analisar imagens em tempo real e identificar padrões de risco em grandes aglomerações.
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O Carnaval é, todos os anos, um dos períodos com maior incidência de furtos e roubos em grandes cidades brasileiras. Multidões, distração do público, circulação intensa de pessoas e ambientes abertos criam o cenário ideal para crimes oportunistas, ao mesmo tempo em que tornam a atuação da segurança mais complexa.
Em eventos de grande aglomeração, o desafio não está apenas na quantidade de ocorrências, mas na dificuldade de identificá-las em tempo real. Operadores de centrais de monitoramento precisam acompanhar dezenas ou centenas de câmeras simultaneamente, em ambientes dinâmicos e sob pressão constante. Esse excesso de estímulos torna praticamente impossível depender apenas da atenção humana para detectar comportamentos suspeitos antes que o crime aconteça.
Nesse contexto, a segurança eletrônica vem passando por uma mudança estrutural. O uso de inteligência artificial como apoio aos sistemas de monitoramento permite analisar imagens em tempo real, identificar padrões de comportamento associados a furtos e roubos e alertar operadores apenas quando há risco real, reduzindo falhas humanas e aumentando a capacidade de prevenção em eventos de massa como o Carnaval.
Por Gabriel Soares
assessor de imprensa
Artigo de opinião



