CNH 2026: nova regra amplia autonomia para milhões de mulheres
Flexibilização do processo e conteúdo digital prometem reduzir custos e facilitar o acesso à carteira
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“Quando eu consegui minha carteira de motorista, senti que ganhei um pedaço de mundo.” A frase de Vittória Gabriela, fundadora da comunidade Dona Meu Destino, resume o impacto da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na vida de muitas mulheres. Em 2026, uma mudança regulatória do Contran alterou o caminho para obter a CNH, com implicações diretas na autonomia feminina e no acesso à mobilidade.
A principal mudança é a flexibilização do processo: o conteúdo teórico passou a ser oferecido de forma gratuita e 100% digital pelo aplicativo “CNH do Brasil”, e a exigência de passagem obrigatória por autoescolas foi removida como pré-requisito para realização dos exames teórico e prático. A preparação prática pode ser feita com instrutores credenciados, em aulas presenciais tradicionais ou de maneira autônoma no próprio veículo do candidato, mantendo-se, contudo, a obrigatoriedade dos exames finais.
O governo federal estima que a nova regra pode reduzir em até 80% o custo para obter a CNH em relação ao modelo tradicional, que em muitas regiões podia chegar a cerca de R$ 5 mil. Para mulheres — que ainda enfrentam defasagem salarial em relação aos homens — essa redução tem potencial de ampliar significativamente o acesso. Atualmente, as mulheres representam pouco mais de um terço dos condutores habilitados no Brasil; o novo modelo tende a elevar essa participação.
Na comunidade Dona Meu Destino, que reúne quase um milhão de seguidoras, os relatos confirmam que barreiras práticas como tempo, deslocamento e logística foram determinantes para adiar a habilitação. Uma pesquisa interna aponta diferentes tempos de experiência entre as respondentes: 26,8% dirigem entre cinco e dez anos; 25,08% têm habilitação há mais de dez anos; 23,7% entre dois e três anos; 12,3% até um ano; e 11,1% entre um e dois anos.
Também há expectativa de impacto no número de pessoas que dirigem sem habilitação: estima-se atualmente que cerca de 20 milhões de brasileiros conduzam sem CNH, muitos por não conseguirem arcar com custos e burocracia do formato anterior. A flexibilização busca reduzir esse contingente por meio de acessibilidade e digitalização.
A comunidade liderada por Vittória investe em conteúdo educativo para preparar as seguidoras para o novo fluxo: orientações sobre provas, práticas seguras e esclarecimentos sobre etapas obrigatórias permanecem em destaque. Vittória ressalta que a nova regra não elimina os exames teórico e prático, apenas cria caminhos alternativos até eles, e reforça que a segurança no trânsito deve ser prioridade.
Este texto foi elaborado com dados da assessoria de imprensa e com informações disponibilizadas pela comunidade Dona Meu Destino. No material de divulgação há imagens em alta resolução e contatos da assessoria para entrevistas e mais informações.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



