Mais da metade dos brasileiros nunca consultou um dermatologista, aponta pesquisa

Avanços em genômica ajudam a identificar riscos e personalizar tratamentos para doenças de pele

Uma pesquisa recente do Instituto Datafolha revelou que 54% dos brasileiros nunca consultaram um dermatologista, evidenciando um desafio significativo para a saúde pública no país. O estudo, realizado com mais de 2 mil pessoas, mostra que o acesso ao cuidado dermatológico ainda é desigual, especialmente entre homens, pessoas negras e indivíduos em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Esses dados foram compartilhados por especialistas da Dasa, empresa líder em medicina diagnóstica no Brasil, que destacam a importância dos avanços da genômica aplicada à dermatologia. O sequenciamento genético, tecnologia capaz de “ler” o código biológico de um indivíduo, tem se consolidado como uma ferramenta essencial para identificar predisposições hereditárias a doenças de pele, como o câncer, e para apoiar estratégias de prevenção, diagnóstico precoce e tratamentos personalizados.

Segundo Cristovam Scapulatempo Neto, diretor médico de Patologia e Genética da Dasa Genômica, “o gene CDKN2A com variantes patogênicas aumenta significativamente o risco de doenças de pele. Um indivíduo com essa mutação possui cerca de 50% de chance de desenvolver melanoma ao longo da vida. Saber disso precocemente permite que o médico estabeleça um cronograma de rastreamento muito mais rigoroso.” Além do melanoma, a genética também auxilia na identificação da Síndrome de Gorlin, uma condição hereditária que aumenta a propensão ao carcinoma basocelular, o tipo mais comum de tumor de pele.

A médica Luísa Juliatto, coordenadora do Núcleo de Dermatologia do Alta Diagnósticos, ressalta que o diagnóstico genético permite antecipar cuidados e realizar abordagens preventivas mais precisas. “O teste genético hereditário é solicitado, por exemplo, para melanoma, quando há histórico familiar de três ou mais casos, o que ajuda a mapear riscos em núcleos familiares e acompanhar parentes de portadores de mutações.”

No Brasil, o crescimento de núcleos especializados em dermatologia, como o Núcleo de Dermatologia do Alta Diagnósticos, tem integrado exames de imagem, procedimentos diagnósticos e terapêuticos para atender áreas como dermatologia clínica, cirúrgica, oncologia cutânea e tricologia. Serviços como dermatoscopia, mapeamento de nevos, ultrassom da pele e dermatopatologia auxiliam na rotina médica.

O cuidado integrado, aliado à genética, não substitui hábitos preventivos, mas intensifica a prevenção e o diagnóstico. Pacientes com predisposição genética devem redobrar os cuidados com fatores ambientais e realizar consultas dermatológicas mais frequentes. Essa abordagem permite mudar a trajetória de saúde do paciente, tornando o tratamento mais eficaz e personalizado.

Esses dados e análises foram fornecidos pela assessoria de imprensa da Dasa, reforçando a importância de ampliar o acesso ao dermatologista e incorporar tecnologias genômicas para melhorar a saúde da pele no Brasil.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

👁️ 62 visualizações
🐦 Twitter 📘 Facebook 💼 LinkedIn
compartilhamentos

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar