Fique de olho: 5 dicas para driblar golpes digitais no início de 2026
Especialista lista medidas simples para reduzir riscos em compras por marketplaces; feito com dados da assessoria de imprensa
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O início do ano é época de reorganizar finanças, pagar impostos e fazer compras — cenário que atrai também criminosos digitais. Segundo o Indicador de Tentativas de Fraude, da Serasa Experian, o Brasil registrou quase 7 milhões de tentativas de fraude no primeiro semestre de 2025, um crescimento de 29,5% em relação ao ano anterior, o que representa uma ocorrência a cada 2,3 segundos. Pesquisa da Morning Consult aponta que cerca de 80% dos consumidores brasileiros têm medo de golpes ao comprar online.
Com base nesses dados e em orientações da assessoria de imprensa, Rodrigo Garcia, diretor-executivo da Petina Soluções Digitais, reuniu cinco dicas práticas para quem compra em marketplaces. As recomendações ajudam a identificar sinais de risco e a adotar comportamentos que reduzem exposição a fraudes.
1. Desconfie de ofertas fora da realidade
Preços muito abaixo do mercado são um alerta. Compare valores em diferentes canais antes de fechar negócio. “O modelo de negócio do comércio eletrônico não permite distorções tão grandes de preço. Quando a oferta foge completamente da lógica do mercado, a probabilidade de fraude é alta”, explica Garcia.
2. Prefira plataformas e marketplaces consolidados
Plataformas reconhecidas oferecem meios de pagamento protegidos, políticas de devolução e monitoramento de vendedores. “Marketplaces consolidados investem em tecnologia e controle porque sabem que confiança é ativo estratégico. Eles não eliminam totalmente o risco, mas reduzem significativamente a exposição do consumidor”, reitera o diretor-executivo.
3. Utilize meios de pagamento confiáveis
Evite transferências diretas por canais informais. Use cartões virtuais, carteiras digitais e intermediadores reconhecidos, que facilitam contestação e reduzem impacto financeiro em caso de fraude. “O pagamento é o último elo da cadeia e, muitas vezes, o mais negligenciado. Usar meios protegidos reduz o impacto financeiro e facilita a contestação caso algo dê errado”, complementa Garcia.
4. Pesquise a reputação do vendedor ou da loja
Consulte avaliações em sites especializados e histórico de atendimento. Reclamações recorrentes sobre entregas, qualidade ou cobranças podem indicar risco de golpe. Fraudes raramente são casos isolados; padrões aparecem quando se analisa o histórico.
5. Cuidado com links e mensagens externas
Phishing e mensagens com senso de urgência são porta de entrada comum para fraudes. A orientação é acessar sites digitando o endereço no navegador ou usando o app da plataforma. “Os golpistas se aproveitam da confiança que o consumidor deposita na plataforma e criam ofertas muito agressivas para tirar a negociação do ambiente seguro do marketplace”, explica Garcia. “A maioria dos golpes começa fora da loja virtual, em mensagens que criam senso de urgência. Eliminar o clique automático em links é uma das mudanças de hábito mais importantes hoje”, finaliza Garcia.
Essas medidas, embora simples, são ferramentas práticas para reduzir riscos em um momento de consumo intenso. A Petina, consultoria especializada em marketplaces, reforça que atenção, informação e checagem são essenciais para quem transaciona no ambiente digital.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



