Aromaterapia e sono em 2026: como aromas podem melhorar o descanso
Técnicas seguras e práticas para usar óleos essenciais na rotina noturna, segundo dados da assessoria de imprensa
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Texto feito com dados da assessoria de imprensa.
As disfunções do sono — insônia, despertares frequentes e sonolência diurna — são desafios de saúde pública vinculados a estresse, uso excessivo de telas e rotina agitada. Diante disso, a aromaterapia tem sido utilizada como recurso complementar para modular respostas emocionais e fisiológicas que interferem na capacidade de adormecer e manter o sono.
A Dra. Talita Pavarini, doutora em Enfermagem pela USP e especialista em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, explica como o efeito ocorre: a ação da aromaterapia se dá principalmente por meio do sistema olfativo, que tem ligação direta com o sistema límbico, responsável pelas emoções e pela regulação do estresse. Quando um óleo essencial é inalado, seus compostos aromáticos podem estimular neurotransmissores associados ao relaxamento, como a serotonina, além de reduzir a ativação fisiológica que mantém o corpo em estado de alerta. Talita explica que “o sono depende de um corpo capaz de desacelerar. A aromaterapia contribui ao modular estímulos emocionais e fisiológicos, criando condições mais favoráveis para o descanso”.
Evidências científicas recentes também suportam essa aplicação. Um estudo publicado em 2024 avaliou lavanda e jasmim, registrando contribuições desses aromas para relaxamento, redução da ansiedade e melhora de parâmetros emocionais e fisiológicos ligados ao sono. Resultados similares apontam que aromas calmantes podem reduzir microdespertares, estabilizar a respiração e favorecer fases profundas do sono quando usados de forma consistente.
Na prática, aromas cítricos e herbais como laranja-doce e manjerona são citados como úteis para promover conforto emocional antes de dormir. Métodos de utilização incluem difusores ambientais, sprays para travesseiro, inaladores pessoais e massagens com óleo essencial diluído. A escolha do método e a consistência na rotina noturna influenciam os efeitos: integrar aromaterapia a uma higiene do sono — iluminação suave, limitação de telas e exercícios de respiração — potencializa os resultados.
Importante: a aromaterapia é complementar e requer conhecimento técnico. Talita ressalta que “o sono é um processo complexo. Quando utilizamos a aromaterapia dentro de protocolos bem definidos, ela se torna uma ferramenta clínica complementar que melhora o comportamento do sono sem substituir tratamentos médicos necessários”. O uso inadequado, concentrações elevadas ou substâncias impróprias podem causar irritações, cefaleia ou desconforto respiratório. Pessoas com asma ou em uso de sedativos devem buscar orientação profissional. A doutora conclui: “a aromaterapia é uma intervenção segura quando usada corretamente. Por isso, diluição, qualidade do óleo e avaliação individual são princípios essenciais”.
Ao adotar práticas seguras e integradas, a aromaterapia pode ajudar a reduzir a ansiedade noturna e melhorar a qualidade do sono como parte de um plano mais amplo de promoção da saúde.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



