79 obras, 50 artistas: 100 anos de arte na CAIXA Cultural (2026)

Exposição “Nossos Brasis: entre o sonho e a realidade” é prorrogada até 1º de fevereiro

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A exposição “Nossos Brasis: entre o sonho e a realidade”, em cartaz na CAIXA Cultural Brasília, teve o período de visitação prorrogado até 1º de fevereiro de 2026. A mostra reúne 79 obras de 50 artistas e apresenta, pela primeira vez, um recorte de 100 anos de arte brasileira (1920–2020) a partir do encontro de acervos do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Texto feito com dados da assessoria de imprensa.

Organizada pela curadoria de Denise Mattar, com concepção artística de Rafael Dragaud, a mostra não segue apenas uma linha cronológica: ela propõe conexões entre modernismo, arte popular e produção urbana contemporânea. Entre as obras expostas estão trabalhos de Tarsila do Amaral, Burle Marx, Beatriz Milhazes, Lygia Pape, Hélio Oiticica, Djanira, Portinari, além de artistas da arte urbana como Eduardo Kobra, criando um percurso que cruza ateliê e rua.

O percurso da exposição foi estruturado em três núcleos interconectados:
– Vozes dos Trópicos: foca no imaginário ligado à ideia de um Brasil exuberante e complexo, com obras de Tarsila do Amaral, Burle Marx, Beatriz Milhazes, Lygia Pape, Hélio Oiticica, Glauco Rodrigues, Denilson Baniwa, Ernesto Neto, Adriana Varejão e Rosana Paulino.
– Vozes da Rua: reúne representações do Brasil popular e coletivo, com peças de Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Djanira, Volpi, Portinari, Beatriz Milhazes e Eduardo Kobra.
– Vozes do Silêncio: trata de questões íntimas e memorialistas, incluindo trabalhos de Maria Auxiliadora, Arthur Bispo do Rosário, Ismael Nery, Maria Lídia Magliani, Farnese de Andrade, Flávio Cerqueira, Vik Muniz e Nelson Leirner.

A exposição apresenta diversidade de suportes e linguagens — pinturas, esculturas, tapeçarias, fotografias, instalações e objetos — para compor um panorama da produção artística brasileira entre 1920 e 2020. A reunião inédita de acervos públicos e coleções particulares possibilita leituras cruzadas e novos diálogos sobre identidade, ritualidade, memória e transformação social.

Além do conteúdo expositivo, a mostra oferece recursos de acessibilidade: audiodescrição, tradução em Libras, materiais táteis e visitas mediadas. Há também ações educativas, como oficinas profissionalizantes em comunidades, que ampliam o alcance da iniciativa.

A realização é da CAIXA Cultural Brasília, em parceria com a Agência Pira, com patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil. A curadora Denise Mattar está disponível para entrevistas sobre o projeto, o processo curatorial e a seleção das obras. A mostra segue aberta ao público até 1º de fevereiro com entrada gratuita.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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