Fome, gula ou compulsão alimentar? Saiba identificar e agir em 2026

Entenda os diferentes tipos de fome e como buscar um relacionamento saudável com a comida

Com o avanço da obesidade no Brasil, que atinge 31% da população adulta, e o excesso de peso presente em 68%, segundo o Atlas Mundial da Obesidade 2025, compreender a relação com a comida é essencial para um emagrecimento saudável. Especialistas do Instituto Sallet explicam as diferenças entre fome, gula e compulsão alimentar, ajudando a identificar cada situação e a agir da melhor forma em 2026.

A fome, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é um sinal fisiológico do corpo que indica a necessidade de alimento para obter energia e nutrientes. Pode se manifestar por sintomas como fraqueza, dores abdominais e queda de concentração. Porém, nem toda fome é biológica. A nutricionista Ana Beatriz Guiesser destaca a fome emocional, que leva à busca por alimentos calóricos, como doces e frituras, funcionando como um mecanismo de recompensa do cérebro em momentos de tristeza, estresse ou ansiedade. Além disso, há a fome social, que ocorre em festas e encontros, quando comemos por impulso, mesmo sem sentir fome.

Reconhecer esses diferentes tipos de fome é o primeiro passo para mudar hábitos. Priorizar alimentos naturais ou minimamente processados, que oferecem maior saciedade, ajuda a reduzir o consumo exagerado. O Guia Alimentar para a População Brasileira reforça que a alimentação envolve não só nutrientes, mas também o modo de preparo, a combinação dos alimentos e aspectos culturais e sociais, todos importantes para a saúde e o bem-estar.

Já a gula é caracterizada por episódios ocasionais de comer além da saciedade, como repetir a sobremesa, um comportamento impulsivo e associado ao prazer, sem definição clínica formal. Em contrapartida, a compulsão alimentar é um transtorno que envolve o consumo de grandes quantidades de comida em curto tempo, acompanhado de sensação de perda de controle e impactos físicos e emocionais.

O Dr. José Afonso Sallet, especialista em obesidade do Instituto Sallet, alerta que cerca de 30% dos pacientes com obesidade grave apresentam transtorno de compulsão alimentar, que exige acompanhamento psicológico e psiquiátrico para diagnóstico e tratamento adequados. Ele destaca a importância do trabalho integrado de uma equipe multiprofissional — médicos, nutricionistas, psicólogos, endocrinologistas e profissionais de atividade física — para promover mudanças duradouras, não apenas na perda de peso, mas na manutenção dos resultados a longo prazo.

Compreender essas diferenças e buscar ajuda especializada quando necessário é fundamental para virar a chave em 2026 e conquistar uma relação mais saudável com a alimentação. Este conteúdo foi elaborado com informações da assessoria de imprensa do Instituto Sallet.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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