IA no Recrutamento em 2026: Tecnologia Avança, Mas Toque Humano Continua Essencial

Estudo global da Korn Ferry revela seis tendências que transformarão a aquisição de talentos, destacando ética, empatia e estratégia.

Um novo estudo global da consultoria Korn Ferry, divulgado com dados da assessoria de imprensa, aponta que a inteligência artificial (IA) será protagonista na transformação do recrutamento até 2026, mas o toque humano continuará sendo fundamental para decisões éticas e inclusivas. A pesquisa “AI in Recruitment: Talent Acquisition Trends 2026” identifica seis tendências que moldarão o futuro da aquisição de talentos, destacando a importância do equilíbrio entre tecnologia e empatia.

Segundo Carolina Barbosa, Sócia Sênior de Aquisição de Talentos da Korn Ferry, “a inteligência artificial está ampliando a capacidade das empresas de encontrar e avaliar talentos, mas o julgamento humano continua sendo o elemento essencial para garantir decisões éticas, inclusivas e sustentáveis”. A primeira tendência revela que agentes de IA autônomos serão incorporados às equipes, realizando tarefas e decisões com mínima intervenção humana, o que promete maior eficiência, mas exige supervisão constante para evitar vieses e falhas.

Outra tendência importante é que, apesar do entusiasmo com ferramentas como o ChatGPT, o pensamento crítico e a capacidade de resolver problemas serão as competências mais valorizadas até 2026, superando o domínio técnico da IA. “As empresas querem profissionais que saibam usar a IA, mas, acima de tudo, que tenham conhecimento o suficiente para questioná-la”, ressalta Barbosa.

O estudo também alerta para os riscos de cortes em posições de entrada, que podem comprometer o pipeline futuro de talentos e gerar escassez de líderes preparados para a era digital. Apenas 22% das empresas consideram a sucessão com foco em IA, e a contratação de líderes com expertise na área ainda é baixa.

Além disso, o levantamento destaca que o investimento em tecnologia sem o engajamento das lideranças não traz resultados efetivos. “Implementar IA sem o engajamento da liderança é como comprar um carro de corrida e nunca sair da garagem”, exemplifica Barbosa, reforçando a necessidade de alinhamento cultural e treinamento.

A aquisição de talentos também ganha espaço estratégico nas organizações, com líderes de RH influenciando cada vez mais decisões de alto nível. O uso da IA potencializa essa influência, aumentando em 85% a participação desses profissionais em discussões estratégicas.

Por fim, o estudo aponta que políticas rígidas de retorno ao escritório podem dificultar a atração e retenção de talentos, já que a flexibilidade é vista como uma “nova moeda de valor”. Empresas que adotarem modelos híbridos inclusivos terão vantagem competitiva, especialmente no Brasil, onde a transformação digital e o uso da IA no recrutamento avançam rapidamente, mas sempre com a sensibilidade humana no centro da estratégia.

Em resumo, o futuro do recrutamento será híbrido, combinando o melhor da inteligência artificial com o discernimento humano para construir equipes mais eficientes, éticas e diversas. A Korn Ferry reforça que a tecnologia é uma aliada poderosa, mas o diferencial competitivo continuará sendo a mente humana por trás dela.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

👁️ 72 visualizações
🐦 Twitter 📘 Facebook 💼 LinkedIn
compartilhamentos

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar

Comece a digitar e pressione o Enter para buscar