Feedback na gestão: 45% dos profissionais veem avaliação anual como chance de crescimento

Entenda por que o feedback contínuo é essencial para o engajamento e o sucesso no trabalho

O feedback contínuo tem se tornado um tema central no debate sobre gestão e performance nas organizações, especialmente no início do ano, quando metas e expectativas são definidas. Dados recentes da assessoria de imprensa revelam que apenas 45% dos profissionais enxergam a avaliação anual como uma oportunidade real de crescimento. Esse cenário mostra que, apesar da importância do retorno sobre o desempenho, muitas empresas ainda mantêm o diálogo restrito aos ciclos formais do Recursos Humanos (RH).

Além disso, 26% dos colaboradores afirmam não receber nenhum tipo de feedback estruturado, enquanto 19% consideram os modelos adotados mal organizados. Essa falta de comunicação clara e constante pode gerar ruídos, desalinhamentos e frustrações, prejudicando o clima organizacional e o desenvolvimento profissional.

Um estudo da Gallup reforça a importância do feedback regular, apontando que colaboradores que recebem esse retorno têm 3,6 vezes mais chances de estar engajados no trabalho. Por outro lado, ambientes onde a avaliação é tardia ou inexistente tendem a apresentar mais conflitos, queda na produtividade e maior intenção de desligamento.

Para Pablo Funchal, CEO da Fluxus Educação Corporativa, o feedback é uma das ferramentas mais subestimadas na gestão. Ele destaca que “quando a devolutiva fica restrita ao fim do ciclo, ele deixa de cumprir seu papel estratégico. Em vez de orientar decisões e ajustar comportamentos ao longo do caminho, passa a surpreender, muitas vezes de forma negativa. O resultado são relações fragilizadas, perda de confiança entre líderes e equipes e um acúmulo de ruídos que reduz drasticamente a capacidade de correção de rota durante o ano.”

Além do impacto nos resultados, a forma como o feedback é conduzido influencia diretamente a saúde emocional e a segurança psicológica no ambiente de trabalho. “Abordagens genéricas ou fora de contexto tendem a gerar defensividade e desgaste nas relações, em vez de promover desenvolvimento. Por isso, uma comunicação eficaz exige intenção, clareza e responsabilidade, e deve ser incorporada como prática contínua de gestão”, ressalta o especialista.

O início do ano é um momento estratégico para as organizações revisarem suas práticas de feedback. Tornar esse processo contínuo é fundamental para sustentar resultados e fortalecer a cultura organizacional. “Empresas que incorporam o diálogo estruturado à rotina, e não como exceção, criam ambientes mais claros, maduros e colaborativos. Quando o diálogo é constante, as pessoas sabem onde estão, o que se espera delas e como podem evoluir. Esse é um fator decisivo para construir relações de confiança e uma cultura de aprendizado”, conclui Pablo Funchal.

Esses dados e insights reforçam a necessidade de transformar o feedback em uma prática diária, que valorize o desenvolvimento profissional e o bem-estar emocional das equipes, especialmente para as mulheres que buscam crescimento e reconhecimento em suas carreiras.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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