Reajuste dos planos de saúde em 2026 impulsiona busca por alternativas acessíveis

Com aumento autorizado pela ANS acima da inflação, consumidores recorrem a modelos colaborativos para garantir atendimento médico

O reajuste dos planos de saúde para 2026, autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), tem provocado uma reflexão importante entre os consumidores brasileiros. Com um teto de aumento fixado em 6,06% para planos individuais e familiares, o índice supera a inflação de 2025, que foi de 4,26%. Essa elevação, aliada a outros desafios como preços abusivos, cancelamentos unilaterais, restrições na rede credenciada e burocracias para autorizações, tem afastado muitos usuários dos modelos tradicionais de assistência médica.

Diante desse cenário, cresce o interesse por alternativas que ofereçam mais liberdade, transparência e custo-benefício. Uma dessas opções é o financiamento coletivo de despesas médicas, um modelo colaborativo que vem ganhando espaço no Brasil. A plataforma CrowdCare, por exemplo, opera com um fundo coletivo formado pelas contribuições mensais dos membros, que são utilizadas para custear consultas, exames, cirurgias e outros procedimentos.

Importante destacar que a CrowdCare não é um plano de saúde convencional. Segundo Karina Brito, CEO da CrowdCare no Brasil, “os valores desse fundo coletivo são usados para custear as despesas médicas de todos os membros”. Além disso, a plataforma oferece mensalidades acessíveis, a partir de R$ 250, e permite que os membros escolham livremente seus médicos, laboratórios e hospitais, sem limitações de rede credenciada. Pessoas de todo o país podem participar, o que amplia o acesso especialmente fora dos grandes centros urbanos, onde os planos tradicionais costumam ser mais restritivos.

Entre as vantagens do modelo colaborativo estão a coparticipação fixa, suporte 24 horas via aplicativo, teleconsultas, descontos em medicamentos e financiamento de vacinas não cobertas pelo SUS, além da isenção da coparticipação para o check-up anual. Lee Cerasani, CEO da CrowdCare para as Américas, ressalta que “o modelo de financiamento coletivo da CrowdCare é estruturado, com regras, governança, critérios de uso e previsibilidade”, garantindo segurança e transparência aos membros.

Na prática, o funcionamento é simples: ao utilizar um serviço médico, o membro paga uma coparticipação fixa, e o fundo coletivo cobre o restante da despesa. Por exemplo, em uma consulta de R$ 800, o paciente paga R$ 250, e a plataforma financia os R$ 550 restantes. Essa dinâmica incentiva o consumo consciente e o compromisso da comunidade para manter a saúde financeira do fundo.

Para se tornar membro, basta baixar o aplicativo disponível para iOS e Android e escolher o plano adequado, que pode ser individual ou familiar (até quatro pessoas). Os valores variam conforme a faixa etária, começando em R$ 250 para pessoas até 54 anos.

Este modelo inovador representa uma nova era na assistência à saúde no Brasil, colocando a comunidade no centro das decisões e promovendo acessibilidade e transparência. As informações foram fornecidas por assessoria de imprensa especializada, refletindo as tendências atuais do setor de saúde suplementar no país.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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