Fertilização in vitro: entenda o procedimento que trouxe a maternidade à cantora Lauana Prado
Conheça as etapas da FIV, técnica de reprodução assistida cada vez mais escolhida por mulheres que desejam engravidar sem parceiro
O anúncio da gravidez da cantora sertaneja Lauana Prado reacendeu o debate sobre a reprodução independente, uma escolha crescente entre mulheres que desejam ser mães sem a presença de um parceiro. Segundo dados da assessoria de imprensa da Huntington Medicina Reprodutiva, a gestação da artista é resultado de um procedimento de inseminação artificial, que pode fazer parte de protocolos simples ou integrar tratamentos mais complexos, como a fertilização in vitro (FIV).
De acordo com o especialista em reprodução humana do Grupo Huntington, Dr. Maurício Chehin, a fertilização in vitro é uma das técnicas mais completas de reprodução assistida. “Ela permite maior controle de todas as etapas do processo e costuma ser indicada quando há fatores que reduzem as chances de uma fecundação espontânea ou quando buscamos taxas de sucesso mais previsíveis”, explica o médico.
O procedimento começa com a estimulação hormonal dos ovários, seguida da coleta dos óvulos. Em laboratório, esses óvulos são fertilizados com sêmen doado, e após alguns dias de desenvolvimento, o embrião é transferido para o útero da paciente. Antes de definir a técnica, é feita uma avaliação individualizada que considera idade, reserva ovariana, histórico de saúde e expectativas da mulher. “Em alguns casos, a inseminação intrauterina pode ser suficiente. Em outros, a FIV é a alternativa mais indicada”, complementa o Dr. Maurício.
A escolha do sêmen é feita de forma ética e regulamentada, por meio de bancos especializados que garantem o anonimato do doador, mas permitem a seleção de características físicas e biológicas, sempre respeitando critérios médicos e normas regulatórias. Cerca de 10 a 14 dias após a transferência embrionária, é possível confirmar a gravidez por exame de sangue. “Com o resultado positivo, a gestação segue como qualquer outra, com acompanhamento pré-natal regular. Do ponto de vista médico, não há diferença entre uma gravidez por produção independente e uma gestação espontânea”, ressalta o especialista.
O anúncio de Lauana Prado contribui para ampliar a compreensão sobre novas formas de maternidade. “A reprodução humana assistida permite que muitas mulheres realizem o desejo de ser mãe no seu tempo, de maneira consciente, planejada e segura. A ciência amplia possibilidades, mas a decisão continua sendo profundamente pessoal”, conclui o Dr. Maurício.
A Huntington Medicina Reprodutiva, com 30 anos de experiência, é referência no Brasil em tratamentos de reprodução assistida, oferecendo desde congelamento de óvulos até tecnologias avançadas como o sistema time-lapse. Integrada ao Grupo Eugin, a clínica mantém o paciente no centro das decisões, promovendo inovação e cuidado humanizado para quem busca realizar o sonho da maternidade.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



