Estresse nas lideranças: 96% sofrem e isso afeta decisões e resultados nas empresas
Sobrecarga emocional e cognitiva compromete o engajamento e a performance das equipes no ambiente corporativo
Dados recentes divulgados por uma assessoria de imprensa revelam que o estresse afeta 96% das lideranças nas empresas, impactando diretamente a tomada de decisões, o engajamento das equipes e os resultados organizacionais. Esse cenário preocupante se intensifica especialmente no início do ano, período marcado por metas desafiadoras, reestruturações e pressão por desempenho.
Segundo levantamento da Harvard Business Review, um terço dos gestores está cronicamente esgotado devido ao excesso de trabalho, o que compromete a clareza nas decisões e aumenta a rotatividade nas equipes. No Brasil, a situação é ainda mais crítica: pesquisa do LinkedIn aponta que 87% dos profissionais se sentem sobrecarregados diante das rápidas mudanças no ambiente de trabalho, colocando o país entre os mais impactados por essa pressão.
O especialista Pablo Funchal, CEO da Fluxus Educação Corporativa, destaca que a sobrecarga na liderança reduz a autonomia e o engajamento dos times. “Quando a pessoa responsável pelo papel gerencial está sobrecarregada, a equipe sente. A clareza diminui, as decisões se acumulam no topo e o time passa a operar com mais insegurança e dependência, o que compromete a performance no médio e longo prazo”, explica.
Além disso, a tensão psicológica gerada pelo acúmulo de demandas emocionais e cognitivas deteriora o clima organizacional. Isso leva a uma centralização excessiva das decisões, comunicação menos clara e feedbacks insuficientes, criando ambientes de trabalho mais reativos e menos colaborativos.
Para enfrentar esses desafios, abordagens que envolvem pensamento sistêmico, segurança psicológica e gestão consciente ganham destaque. Estratégias como o alinhamento explícito de expectativas, definição clara de papéis e revisão de prioridades antes da definição de metas são fundamentais para reduzir a sobrecarga e promover uma performance sustentável.
Funchal reforça que cuidar da estrutura de gestão é uma responsabilidade organizacional, não individual. “Quando empresas criam condições para que lideranças decidam com clareza, foco e previsibilidade, a performance deixa de ser reativa e passa a ser sustentável”, conclui.
Esses dados evidenciam a importância de repensar as práticas de gestão para garantir a saúde mental dos líderes e a eficiência das equipes, especialmente em um cenário cada vez mais dinâmico e desafiador.
Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA



