Volta às aulas segura: priorize a vacinação infantil em janeiro para proteção total

Atualizar a carteira de vacinação durante as férias escolares é essencial para prevenir doenças e garantir um retorno tranquilo às aulas.

Com o início do ano letivo, a atenção à saúde das crianças e adolescentes deve ser redobrada, especialmente no que diz respeito à vacinação. Dados recentes do Ministério da Saúde indicam que, embora a cobertura vacinal tenha apresentado melhora em 2024, ainda está abaixo da meta ideal de 95%, o que reforça a importância de priorizar a atualização das vacinas em janeiro, antes da volta às aulas.

Segundo a enfermeira especialista em vacinação da Clínica Vacinne, Elisa Lino, as férias escolares são o momento ideal para que pais e responsáveis verifiquem e atualizem a carteira de vacinação das crianças. “Janeiro concentra dois fatores importantes: maior disponibilidade das famílias e a necessidade de garantir proteção antes do convívio escolar intenso. Atualizar o cartão vai além de uma formalidade, é uma ação coletiva de saúde pública”, destaca a especialista.

O Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece um calendário que abrange desde o nascimento até a adolescência, com vacinas específicas para cada etapa da vida. Algumas delas são fundamentais para proteger contra doenças graves nos primeiros anos, enquanto outras previnem surtos em ambientes coletivos, como as escolas. Elisa Lino alerta que “muitas vacinas fazem parte de esquemas em série, e a perda de uma dose pode comprometer significativamente a proteção”.

Em 2024, a cobertura da tríplice viral ultrapassou 80%, e a vacinação contra o HPV atingiu cerca de 75% do público-alvo. Apesar desse avanço, os índices ainda não alcançaram a meta recomendada, o que mantém o risco de retorno de doenças já controladas. Além disso, há desigualdades regionais que precisam ser consideradas para garantir uma proteção uniforme.

Para garantir uma volta às aulas segura, a orientação é que os responsáveis levem o cartão de vacinação às consultas médicas, verifiquem doses pendentes e fiquem atentos aos reforços previstos durante a infância e pré-adolescência. “Organização e informação fazem toda a diferença para garantir que a criança volte à escola devidamente protegida”, reforça Elisa.

A especialista conclui que “quando a vacinação está em dia, todos ganham: a criança, a escola e a comunidade. A volta às aulas começa com prevenção”.

Confira as principais vacinas recomendadas por idade:
– Ao nascer: BCG e 1ª dose da Hepatite B
– 1 mês: 2ª dose da Hepatite B
– 2, 4 e 6 meses: Pentavalente, Poliomielite, Rotavírus e Pneumocócica conjugada
– 3 e 5 meses: Meningite
– 9 meses: Febre amarela (conforme indicação)
– 12 meses: Tríplice ou Tetra viral e reforços de pneumocócica e meningocócica
– 15 meses: Reforços de DTP, Poliomielite, Hepatite A e Varicela (conforme indicação)
– 4 anos: 2º reforço DTP, reforço de Febre amarela e Varicela (conforme indicação)
– 9 a 12 anos: HPV e reforço dT/dTpa

Manter a vacinação em dia é um passo fundamental para proteger a saúde das crianças e garantir um ambiente escolar mais seguro para todos. A prevenção começa em casa, com informação e cuidado.

Este conteúdo foi elaborado com base em dados da assessoria de imprensa da Clínica Vacinne e informações oficiais do Ministério da Saúde.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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