Leandro Lima revela câncer avançado do pai e alerta para a importância do diagnóstico precoce

Entenda os desafios do câncer de pâncreas, seus sintomas e como a detecção rápida pode salvar vidas

O ator Leandro Lima compartilhou recentemente nas redes sociais o diagnóstico de câncer de pâncreas em estágio avançado do pai, aproveitando para reforçar a importância da atenção aos sinais do corpo e da realização de exames de rotina. O relato emocionado do artista trouxe à tona um tema delicado: o diagnóstico tardio dessa doença, que costuma apresentar poucos sintomas nas fases iniciais, dificultando o tratamento e reduzindo as chances de cura.

Leandro Lima destacou que, apesar de um médico ter alertado para a perda de peso acentuada do pai, os sinais não foram devidamente considerados, o que acelerou a evolução do câncer. “É uma evolução de um câncer, principalmente o de pâncreas, que é muito rápido e muito violento. E, nesse caso, sem cura”, explicou. Ele fez um apelo para que as pessoas façam seus exames de rotina e não ignorem os sintomas, pois isso pode evitar sofrimento e garantir mais tempo de vida.

O câncer de pâncreas é uma doença complexa que afeta um órgão vital para o processo digestivo e o controle da glicemia. A maioria dos tumores malignos nessa região é classificada como adenocarcinoma, originado na parte exócrina do pâncreas, responsável por cerca de 90% dos casos. Segundo o oncologista Mauro Donadio, da Oncoclínicas, o diagnóstico costuma ser tardio porque os sintomas iniciais são inespecíficos ou ausentes, o que dificulta o tratamento e impacta negativamente as taxas de sobrevida.

Entre os principais fatores de risco para o câncer de pâncreas estão o tabagismo, consumo excessivo de álcool, obesidade, pancreatite crônica, diabetes mellitus e histórico familiar da doença. O especialista ressalta que alguns desses fatores são modificáveis, como a obesidade, e que a perda de apenas 10% do peso corporal pode reduzir consideravelmente o risco de desenvolver vários tipos de câncer, inclusive o pancreático.

Nos estágios mais avançados, podem surgir sintomas como dor abdominal ou lombar, perda de peso, fraqueza, icterícia (pele ou olhos amarelados), urina escura, náuseas, trombose venosa profunda e agravamento súbito do diabetes. O oncologista destaca ainda a relação entre o câncer de pâncreas e o diabetes, pois cerca de 80% dos pacientes apresentam intolerância à glicose ou diabetes no momento do diagnóstico, reforçando a importância da atenção especial a alterações no controle glicêmico.

O diagnóstico envolve exames laboratoriais, de imagem como tomografia e ressonância, e em alguns casos, biópsia. Apenas 10% a 15% dos casos são detectados em estágio inicial, quando o tratamento tem maiores chances de sucesso. O tratamento geralmente combina cirurgia e quimioterapia, podendo a ordem ser invertida para facilitar a remoção do tumor e melhorar o prognóstico.

Apesar dos desafios, avanços em medicina personalizada e genética têm trazido esperança. “Com a identificação de subtipos moleculares do câncer de pâncreas, conseguimos desenvolver terapias mais específicas e direcionadas. O futuro da oncologia pancreática é promissor”, conclui Mauro Donadio.

Este conteúdo foi elaborado com informações fornecidas pela assessoria de imprensa da Oncoclínicas, destacando a importância da prevenção, diagnóstico precoce e tratamento especializado para o câncer de pâncreas. Fique atenta aos sinais do seu corpo e não deixe de realizar exames regulares para cuidar da sua saúde.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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