Como agir ao presenciar uma convulsão: orientações essenciais para salvar vidas

Médico explica os cuidados imediatos e os erros que devem ser evitados durante uma crise convulsiva

Um episódio de convulsão pode ser assustador, especialmente quando ocorre diante de nós. Recentemente, a crise convulsiva do ator Henri Castelli durante o BBB 26 chamou atenção para a importância de saber como agir corretamente nessas situações. Com base em informações da assessoria de imprensa do AmorSaúde, o médico Alexandre Pimenta, responsável técnico nacional da rede, orienta sobre os cuidados imediatos e os principais erros a serem evitados ao presenciar uma convulsão.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 10% da população mundial terá uma crise convulsiva pelo menos uma vez na vida. Durante a convulsão, há uma desordem na atividade elétrica do cérebro, que pode causar espasmos musculares involuntários, perda de consciência e até descontrole da bexiga e do intestino. Fatores como desidratação, falta de alimentação e sono são gatilhos comuns, principalmente em pessoas predispostas.

O médico esclarece que, embora convulsões e desmaios envolvam perda de consciência, as convulsões se caracterizam por contrações musculares, enquanto os desmaios podem ocorrer sem esses movimentos. No caso do ator, o longo período em pé durante a prova pode ter provocado cansaço e desidratação, desencadeando a crise.

Ao presenciar uma convulsão, o primeiro passo é manter a calma para prestar um atendimento eficaz. Alexandre Pimenta recomenda afastar objetos perigosos do entorno, como móveis e itens pontiagudos, para evitar ferimentos. Colocar algo macio sob a cabeça da pessoa ajuda a protegê-la de machucados graves. Também é fundamental virar o indivíduo de lado para prevenir engasgamento com saliva ou vômito.

O tempo da crise deve ser monitorado: se durar mais de cinco minutos ou ocorrerem duas convulsões consecutivas, é imprescindível buscar atendimento médico imediato. Um erro comum, como tentar segurar a língua da pessoa, pode causar ferimentos e obstruir as vias aéreas, aumentando o risco de asfixia. Outras atitudes a evitar são restringir os movimentos, oferecer água ou alimentos durante a crise e tentar acordar a pessoa, que pode estar confusa após o episódio.

Após a convulsão, é importante acompanhar os sinais vitais, como batimentos cardíacos e respiração, e chamar uma ambulância, especialmente se houver ferimentos, gravidez, outras condições médicas ou se a pessoa não recuperar a consciência rapidamente.

Saber como agir diante de uma convulsão pode fazer toda a diferença para preservar a vida e a integridade da pessoa afetada. Essas orientações, fornecidas pelo médico Alexandre Pimenta, reforçam a importância do conhecimento e da calma em situações de emergência.

Este conteúdo foi elaborado com dados da assessoria de imprensa do AmorSaúde, visando informar e preparar o público para agir corretamente em momentos críticos.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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