Eletricista vence medo de voar e renasce após transplante renal pelo SUS

A história de superação de Pedro Guida mostra como a conexão entre estados e a solidariedade transformam vidas

Com dados da assessoria de imprensa, conheça a inspiradora trajetória de Pedro Nascimento Guida, eletricista que transformou o medo em esperança e venceu um grande desafio para salvar sua vida. Aos 65 anos, Pedro enfrentou uma grave doença renal que o tirou da rotina de trabalho em Palmas, Tocantins, para iniciar sessões de hemodiálise. A descoberta da insuficiência renal foi um choque: “Para mim, foi um choque muito grande. Eu sabia que não podia trabalhar mais, que teria que viver em função daquilo”, relembra.

A Fundação Pró-Rim, referência em saúde renal no Brasil, foi o apoio fundamental para que Pedro pudesse encarar a nova realidade e vislumbrar um futuro além da diálise. Em 2006, surgiu a oportunidade de um transplante renal, com o rim doado por seu irmão mais novo. O procedimento seria realizado em Joinville, Santa Catarina, o que exigiu que Pedro enfrentasse seu maior medo: voar. “Meu medo maior era o avião, não era o transplante”, conta ele com um sorriso.

O transplante foi um sucesso absoluto, e o rim funcionou perfeitamente por 15 anos, proporcionando a Pedro liberdade e qualidade de vida. A experiência na unidade catarinense foi marcada por acolhimento e profissionalismo: “Lá é muito bom, gostei muito dos médicos, uma equipe nota dez”, afirma. O ciclo de superação reforça a importância do Sistema Único de Saúde (SUS), que financia cerca de 90% dos transplantes no Brasil, garantindo acesso a tratamentos complexos para milhares de pessoas.

Segundo Leonardo Barberes, vice-diretor da Associação Brasileira de Centros de Diálise e Transplante (ABCDT), o SUS representa um modelo eficiente que salva vidas e devolve dignidade aos pacientes. A legislação brasileira permite doações entre parentes de até quarto grau, como no caso de Pedro, e protege doadores sem vínculo familiar com rigorosos critérios judiciais.

Após o fim da função do rim transplantado, Pedro retornou à hemodiálise e se mudou para Palmas para ficar mais perto do tratamento e da família. Mesmo diante do desafio, ele mantém a gratidão pelo SUS e pela Fundação Pró-Rim: “Se não fosse ela, abaixo de Deus, a vida de quem tem esse problema seria muito curta. Eu não teria condição de pagar esse tratamento no particular.”

A Fundação Pró-Rim, instituição privada e sem fins lucrativos, realiza milhares de sessões de hemodiálise e centenas de transplantes anualmente, com 99% dos atendimentos pelo SUS. Para continuar transformando vidas como a de Pedro, a instituição conta com a solidariedade da sociedade.

Essa história é um exemplo inspirador de como a coragem, o amor familiar e a saúde pública integrada podem mudar destinos, mostrando que a verdadeira conexão que salva vidas vai muito além das nuvens.

EstagiárIA

Texto gerado a partir de informações da assessoria com ajuda da estagiárIA

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